Bolsas, sapatos, perfumes, roupas, jóias, cremes, maquiagens, acessórios. A cada ano que passa os filhos tem que correr atrás de novas opções para presentear as mães sem repetir o que já foi dado nos anos anteriores. Um bom presente que vai trazer benefícios para as mães é a acupuntura. “Esta terapia tem raízes na medicina chinesa tradicional e além de contribuir no tratamento de doenças graves com o câncer, a técnica proporciona bem estar e relaxamento”, afirma o presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (SINTER-RJ) Paulo Edson Reis Jacob Neto.

A acupuntura pode ser indicada no tratamento de dores, inflamações, infecções, hipertensão arterial, transtornos do sono, alergias, problemas no intestino, no estômago e no sistema reprodutor e diversos outros males e doenças. “Esta técnica tem como base a restauração do equilíbrio do organismo através do funcionamento neural. A acupuntura age como um modulador do sistema nervoso, que interpreta os estímulos e desencadeia respostas nos músculos e glândulas”, explica.

O tratamento é feito com agulhas que possuem a espessura de um fio de cabelo e são aplicadas em partes do corpo estratégicas de acordo com o que será tratado. O número de sessões varia segundo a gravidade do problema e com as respostas do organismo aos estímulos provocados pelas agulhas. “A acupuntura também é capaz de tratar problemas psíquicos e de origem comportamental. Quem sofre com ansiedade, compulsão alimentar e estresse pode ter grandes benefícios com o tratamento”, esclarece.

Técnica complementa outros tratamentos médicos

Pesquisas apontam que a acupuntura ajuda os pacientes que sofrem com doenças crônicas a suportar melhor as dores e os efeitos colaterais dos tratamentos, inclusive de medicamentos. “Estas descobertas podem ajudar e muito a tratar as crianças, por exemplo, que são mais sensíveis a dor. A acupuntura aumenta a resistência corpórea, reduzindo também a necessidade de medicamentos, tornando os tratamentos mais baratos e menos agressivos”, ressalta.

Quem tem medo de fazer tratamentos odontológicos também pode ser beneficiado pelas agulhas. Estudos realizados por pesquisadores da British Dental Acupuncture Society afirmam que o pavor dos pacientes caiu de 26,5 para 11,5 em uma escala internacional. “Várias pesquisas ao redor do mundo comprovam que a acupuntura é importante em diferentes aspectos para a saúde e contribui para aumentar a qualidade de vida e potencializar as respostas a outros tratamentos médicos”, acrescenta.

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Há muito tempo atrás os povos antigos já utilizavam a argila no combate a doenças e para o alívio de dores no corpo. Estudos comprovaram o poder da terra na recuperação do tecido celular humano devido as suas ações anti-inflamatórias, anti-sépticas e seu poder de cicatrização. “A principal vantagem da argila é que ela é 100% natural, sem efeitos colaterais ou contra-indicações”, destaca Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (SINTER-RJ).
Ao ser exposta constantemente aos raios solares a argila adquire a energia solar, o que – segundo os estudiosos – tem relação com as propriedades regeneradoras e curativas. “A terra ainda é energizada pelo campo magnético vibratório do planeta, a chamada energia magnética, e pela estrutura da região, ou seja, a formação geológica, idade do solo e de suas camadas, o tipo de solo, o clima e até mesmo a quantidade de poluentes presentes”, esclarece. 
Na Geoterapia os terapeutas utilizam, além da argila, pedras e cristais que auxiliam o tratamento. A composição química e geológica destes elementos determinam as suas características, já que o solo os influenciam diretamente. “Os metais e minerais presentes na terra possuem propriedades terapêuticas que são benéficas para o tratamento de perturbações emocionais e físicas. O objetivo é restaurar o equilíbrio do corpo e da mente”, explica. 
Entre os minerais presentes nos elementos estão o magnésio, eficaz no tratamento de diabetes, osteoporose, doenças circulatórias, cardíacas, de rins, depressão e disfunções sexuais. “O zinco, o cobre e o manganês também atuam em problemas relacionados aos ossos. O crómio estimula o metabolismo e a sílica é indicada no tratamento de problemas respiratórios e vasculares e do sistema nervoso”, pontua o terapeuta. 
A Geoterapia estimula a eliminação de toxinas pelo organismo e os líquidos intracelulares, que são substituídos por minerais essenciais. Paulo observa que o material utilizado no tratamento é especial para este fim, ou seja, não adianta pegar qualquer ‘barro’ e colocar no corpo. “Uma das técnicas da Geoterapia é aplicar a argila – no seu estado mais puro - diretamente sobre a pele. O corpo fica coberto pelo barro e um pano é colocado em cima até que a substância seque por completo”, acrescenta.
A aplicação de argila diretamente sobre a pele é utilizada principalmente para o tratamento de artrite, reumatismo e dores musculares. Para a aplicação em regiões como o fígado, estômago ou útero a sessão deve ser realizada duas horas antes ou depois de uma refeição. “Também é possível fazer compressa com a argila. A diferença é que o material fica menos consistente, já que é diluído em água”, observa o profissional.
Uma técnica muito difundida é o famoso banho de lama. O banho é preparado em uma banheira específica, com uma argila preparada especialmente para ocasião. “O paciente deve ficar imerso de 20 a 30 minutos. Os banhos são indicados principalmente para aliviar a tensão e o estresse, tranquilizar o sistema nervoso e eliminar toxinas que prejudicam o organismo. A geoterapia pode ser associada a outras terapias naturais, como a auriculoterapia e reflexologia”, aponta. 
As pedras e cristais são escolhidas de acordo com a sua forma, cor, luz que reflete e a atração. O terapeuta conversa com o paciente e então indica as pedras que trarão mais benefícios de acordo com a situação. “Elas são utilizadas principalmente pelo seu poder de alinhar os sete chakras, nome dados aos centros de energia presentes no organismo. Os cristais e pedras normalmente são usados em sessões de meditação”, acrescenta. 

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Um organismo saudável depende de vários fatores, como alimentação adequada, prática de atividades físicas e cuidados básicos com a saúde. É preciso inclusive ficar atento aos tratamentos para a cura de doenças, que podem ter efeitos colaterais. “Infelizmente quem toma medicamentos, se submete a intervenções cirúrgicas e outros procedimentos médicos corre o risco de comprometer a saúde de outras partes do corpo. Um remédio para alguma enfermidade, por exemplo, pode causar um problema estomacal que não existia”, aponta o terapeuta Paulo Edson Reis Jacob Neto.
Paulo, que é presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (SINTER-RJ), explica que estes efeitos colaterais são indesejados, mas muitas vezes necessários para a cura de uma doença mais grave. “Quem busca as terapias naturais para cuidar da sua saúde já tem a vantagem de não sofrer com efeitos colaterais. Este tipo de terapia utiliza os recursos disponíveis na natureza ou métodos que não agridem o organismo para promover a saúde, curar e prevenir doenças”, destaca.
As terapias naturais podem utilizar plantas, flores, óleos essenciais, argila, métodos manuais como a massagem e a drenagem linfática, exercícios posturais e de respiração, métodos de auto-ajuda e até intervenções na alimentação. “Elas são consideradas holísticas quando o tratamento tem como base a integridade completa do indivíduo. Ou seja, é trabalhado com técnicas que contribuem para o equilíbrio do corpo físico e da mente. A pessoa tem que se sentir bem por inteiro”, esclarece.
Segundo Paulo, as terapias naturais têm como base o equilíbrio, se o organismo estiver desequilibrado então surgem às doenças e a cura é o resultado da restauração dessa estabilidade. “O terapeuta faz o diagnóstico do paciente por meio de uma entrevista durante a consulta. Depois da conversa o próximo passo é determinar a melhor metodologia de acordo com o perfil do indivíduo. O interessante é que as terapias podem ser utilizadas em conjunto com outros tratamentos”, observa.
Existem várias técnicas utilizadas pelos terapeutas naturais e elas podem ser divididas em três grandes áreas: corporal, mental e vibracional. “Na área corporal estão reunidos os tratamentos que utilizam a manipulação do corpo, seja com massagens, toques, pressões ou alongamento. A alimentação também está incluída neste grupo. O shiatsu, a massoterapia, a drenagem linfática, a trofoterapia e a fitoterapia são alguns exemplos”, ressalta.
Na área mental as técnicas têm como objetivo o equilíbrio do organismo a partir da sua força mental e pode utilizar metodologias respiratórias, imagéticas ou mentais. A meditação e a hipnose são técnicas de terapias naturais da área mental. “Já a área vibracional atua diretamente na energia do organismo e utiliza técnicas como a acupuntura, reiki e florais. Dentro destes três grupos ainda estão incluídas outras metodologias, como nutrição ortomolecular, hidroterapia, quiropraxia, naturologia, cromoterapia, geoterapia, oligoterapia, aromaterapia, iridologia e massoterapia”, acrescenta.
O terapeuta enfatiza que o paciente pode se tratar com um especialista da área que trata uma doença específica que está afetando o seu corpo e também se submeter às terapias naturais para agilizar o processo ou intensificar os resultados. “Como a abordagem terapêutica atua com a integridade do paciente é possível associá-las a tratamentos médicos, desde que não haja contra-indicações. As terapias também podem ser realizadas com o objetivo de prevenir doenças, o que significa que não é necessário estar doente para recorrer às técnicas naturais”, finaliza.
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Entidade pretende aumentar seu alcance e criará delegacias regionais para fortalecerão a busca por melhorias na profissão.

‘A união faz a força’ é uma frase que define bem a importância de um sindicato para uma categoria profissional. Os sindicatos têm como função lutar pelo direito dos trabalhadores, representar os profissionais e ficar de olho em oportunidades que possam beneficiar seus associados. “Os sindicatos também ajudam a esclarecer dúvidas relacionadas aos direitos trabalhistas, dá orientações e tem condições de buscar soluções por meio de negociações”, ressalta Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (Sinter-RJ).
Acordos, convenções coletivas, dissídios, regulamentações e outros avanços podem ser obtidos a partir da luta sindical. Os sindicatos têm o dever de defender os interesses coletivos e individuais da categoria e fazer valer os direitos já estabelecidos. “Estas instituições têm muita importância na vida dos profissionais que são representados e surgem a partir da união destes trabalhadores que buscam melhorias na sua vida profissional. Todos merecem ter no mínimo condições de trabalho dignas para que possam obter a partir da sua atividade os recursos necessários para a sua sobrevivência e de sua família”, destaca.
Paulo enfatiza que um sindicato não é nada sem os seus associados, afinal uma entidade forte precisa de filiados ativos, que participam das reuniões, assembleias, negociações e esteja sempre por dentro dos assuntos ligados a categoria profissional. “A participação dos trabalhadores é fundamental e vital para a sobrevivência de um sindicato. Só com a participação é possível incluir as reivindicações da categoria e incorporar as demandas para a promoção da igualdade de oportunidades dentro do mercado de trabalho”, considera.
No estado carioca os terapeutas foram beneficiados com a Lei 5.471 (16/06), sancionada pelo governador Sérgio Cabral, que cria o Programa de Terapia Natural nas unidades de saúde e hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro. “Para obter mais avanços como este todos os terapeutas do estado tem que se unir. Por isso chamamos os profissionais – seja na capital ou no interior -a fazerem parte do Sinter-RJ, precisamos fortalecer a instituição para que a categoria avance cada vez mais”, acrescenta.
Paulo comenta que em breve haverá delegacias regionais que auxiliarão o Sinter-RJ a administrar a classe e a lutar pelos terapeutas de todo o estado. “Para que essas delegacias possam ser criadas precisamos que os profissionais do interior se mobilizem e junte-se a nós. Caminhando juntos tenho certeza que conquistaremos muito mais do que já conseguimos até agora. É a luta pelo reconhecimento dos terapeutas, profissionais tão importantes para a sociedade e que merecem ser valorizados”, evidencia.
E é visando melhorias na categoria profissional e a promoção dos direitos dos terapeutas no estado do Rio de Janeiro que o Sinter-RJ foi criado. “Nós buscamos regulamentar a profissão, promover cursos, palestras e workshops que contribuam para a qualificação profissional dos terapeutas, divulgar as terapias naturais com o objetivo de aumentar o número de pessoas que recorrem a estes tipos de tratamento e consequentemente promover a geração de renda para os terapeutas”, conta o presidente da entidade.
Além disso, o Sinter-RJ também tem como meta promover benefícios para os terapeutas, como a inclusão destes profissionais em planos de saúde, contribuindo com o bem estar e a qualidade de vida dos associados. “Nós queremos estimular os profissionais a conquistar mais espaço e obter mais conhecimento. O Sinter-RJ atua fortemente, por meio de sua assessoria de imprensa, na divulgação das terapias naturais, disseminando informações corretas para que as pessoas possam incrementar os tratamentos convencionais, sempre com a orientação médica”, enfatiza.
Quem é associado do Sinter-RJ possui vários outros benefícios como suporte jurídico e contábil gratuito, descontos em serviços e cursos e auxílio para obter o alvará. “O sindicato quer beneficiar a categoria de forma coletiva e também de maneira individual. Pretendemos também trazer benefícios aos pacientes, que poderão contar com serviços de melhor qualidade. Por isso todos os associados têm de 20 a 30% de desconto em qualquer curso oferecido pela instituição e ganham uma carteirinha de identificação válida por um ano”, finaliza.


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Terapia se baseia no poder dos alimentos para evitar patologias e curar males que atingem o organismo.

Cuidar do corpo e do bem-estar já não é privilégio – e nem hábito – de poucos. Atualmente a maioria das pessoas se preocupa com a saúde e buscam formas de alcançar o almejado. Como diz a frase, “se é o que se come”, a alimentação é o foco de muitos para ser saudável. “A Trofoterapia é uma terapia natural que consiste na escolha adequada dos alimentos para que o organismo aproveite apenas os seus benefícios”, afirma Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (SINTER-RJ).

Esta terapia tem como princípio a compreensão e estruturação da relação entre os alimentos e o organismo para a prevenção e a cura de doenças. São observadas várias características, como a qualidade, a quantidade, a harmonia e a adequação para que não sejam produzidos efeitos colaterais. “O excesso de peso é um exemplo de como os alimentos podem ser prejudiciais a saúde se forem utilizados incorretamente. Os abusos devem ser sempre evitados”, ressalta.

Os alimentos devem ser reconhecidos pelo seu potencial e na Trofoterapia a alimentação saudável é a base de todo o processo. No começo é necessário fazer uma desintoxicação alimentar, para que as funções orgânicas sejam reguladas e a comida se torne uma aliada no processo de prevenção e cura de males. “É mais do que uma reeducação alimentar. É a combinação correta de alimentos em uma mesma refeição, revitalizando as funções orgânicas e melhorando o sistema de defesa“, destaca.

Paulo explica que a combinação incorreta de alimentos pode ter como resultado má digestão, intoxicação alimentar, mal estar, dores de cabeça e até problemas de saúde considerados mais graves. “Os alimentos são o combustível do corpo. Cada nutriente possui a sua função e é importante para que todas as funções sejam executadas de maneira eficiente. Para que o organismo funcione bem é fundamental cuidar da alimentação”, enfatiza.

Quem segue os princípios da Trofoterapia leva em consideração o aroma, o sabor, o efeito visual e os ingredientes que são levados a mesa. Os alimentos devem ser agradáveis aos olhos, ao olfato, ao paladar e o principal – serem benéficos a saúde. “A comida é o melhor e mais natural remédio para as diversas patologias que atingem o organismo. No tratamento da Trofoterapia existem grupos de alimentos indicados para diferentes objetivos, facilitando a escolha dos ingredientes da refeição de acordo com a necessidade do momento”, esclarece.

Os chamados abstergentes são utilizados para limpar ferimentos, como o limão, cebola, agrião, banana, figo e mamão. Os analépticos restauram as forças e neste grupo estão a cenoura, abóbora, couve, abacaxi, maçã, mel, soja e outros. “O tomate, a laranja e a carambola fazem parte dos anódinos, que aliviam dores no corpo. Já o morango, a cebola, o pepino, a azeitona e o coco são antiartríticos e como o nome já diz, podem ser utilizados para combater a artrite”, aponta.

Para quem quer ficar longe do câncer a uva, o pêssego, o tomate, o repolho, o agrião, o mamão e o maxixe são ótimas escolhas e para combater o diabetes pode-se consumir alface, agrião, cebola, mamão, maçã e pêssego. “Para reduzir a febre a melancia, o limão e a laranja são excelentes. Contra inflamações os melhores alimentos são a abóbora, o repolho, a banana, o melão, o figo e o limão. Estes são apenas alguns exemplos de como a alimentação pode ajudar a restaurar a saúde e a prevenir doenças”, acrescenta.


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Indicação de alimentos, suplementos e hábitos saudáveis estão entre as práticas do tratamento que ajuda a prevenir doenças.

Retenção de líquidos, dificuldades para perder peso, dores de cabeça, compulsão por doces, cabelos e unhas fracas e até problemas de memória podem ser tratados pela terapia ortomolecular. “A abordagem ortomolecular surgiu na metade do século XX e chegou no Brasil lá pelos anos 80. Ela ficou famosa depois que várias atrizes e modelos emagreceram com a terapia e divulgaram o tratamento publicamente”, afirma o médico ortomolecular e geriatra Iragildo N.N. Machado, associado do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (SINTER-RJ).
A terapia ortomolecular tem como princípio a busca do equilíbrio químico do organismo, combatendo os radicais livres – prováveis causadores de doenças e do envelhecimento do corpo. Para atingir este objetivo são utilizadas substâncias antioxidantes, como aminoácidos, minerais e vitaminas. “A terapia contribui para a prevenção de doenças e para a promoção da saúde, mas não existe milagre. É fundamental a associação de hábitos saudáveis e atividades físicas regulares para que os resultados apareçam”, destaca.
O principal objetivo da terapia ortomolecular é restaurar a quantidade de vitaminas e minerais até que eles fiquem em níveis considerados ideais para o organismo. Segundo o terapeuta holístico Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sindicato dos Terapeutas do Rio de Janeiro (Sinter-RJ), o tratamento deve ser totalmente personalizado. “A pessoa faz exames para que as carências minerais sejam identificadas e supridas. Cada indivíduo possui um cotidiano diferente e seu organismo também tem características únicas em relação a outras pessoas”, observa.
A ausência de determinadas substâncias no organismo pode causar disfunções como a ansiedade, nervosismo, estresse e depressão e outros sintomas desconfortáveis que não são detectados pelos exames convencionais. “O indivíduo pode sentir uma desarmonia no seu organismo, mas não sabe qual é a causa e nem como alterar essa situação. Por isso é essencial estar atento aos sinais do corpo e buscar ajudar especializada para que o incômodo seja eliminado e as doenças sejam prevenidas”, aponta Paulo.

Saiba como a deficiência de minerais prejudica o organismo
Quem tem dificuldades para emagrecer, por exemplo, pode estar com deficiência de ácidos graxos essenciais e vitamina A. Neste caso o tratamento inclui uma dieta especial, com alimentos como linhaça, cenoura e salmão e suplementos específicos de acordo com o diagnóstico do paciente. “Os resultados são gradativos e dependem do esforço do paciente, que devem deixar a preguiça de lado. Especialmente quando o objetivo é emagrecer, os exercícios físicos são primordiais”, enfatiza Paulo.
Se o problema é a retenção de líquidos, que causa desconforto e inchaço em várias regiões do corpo – principalmente na área abdominal -, o desequilíbrio está relacionado com a ausência de potássio, fósforo e sódio. “Alimentos como pêssego, ameixa, figo, nozes, acelga, azeitona e água de coco ajudam a repor os níveis adequados destes minerais. A falta de potássio, associada à ausência de magnésio, também causa câimbra e dores de cabeça. Para equilibrar o organismo recomenda-se o consumo de banana, milho, laranja e acerola”, declara Machado.
Fraqueza, indisposição e mal estar são sinais de que o corpo está precisando aumentar os níveis de vitaminas A, C e E e do mineral ferro. Para amenizar os sintomas a dieta deve ser rica em frutas, verduras e carnes magras. “Além das alterações na dieta, quem se submete ao tratamento ortomolecular também recebe a indicação de consumir suplementos que potencializam o reequilíbrio químico do organismo. Até mesmo a forma de cozinhar pode influir no processo. Não recomendamos o uso de panelas de alumínio, pois este metal é tóxico, e nem o cozimento dos alimentos acima dos 100 graus, para evitar a oxidação da comida”, acrescenta Machado.



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Endocrinologista alerta para o mau hábito de fast food e diz que ‘trabalhar a parte espiritual’ também é importante para evitar gastrite e outras doenças
  
O estresse causado pelo cotidiano difícil nas grandes metrópoles pode provocar doenças do sistema digestivo, como gastrite, prisão de ventre, apendicite, úlcera péptica e distúrbios hepáticos. Diversos fatores relacionados ao atual modo de vida enfraquecem as defesas do organismo e aumentam as chances de desenvolver problemas no estômago. Outra doença ligada a esses distúrbios é o estresse oxidativo (elevação dos radicais livres), proveniente de maus hábitos alimentares.


“Os cardápios das unidades de comida rápida, em geral, são formados por pratos sem nutrientes, impregnados de agrotóxicos e adubação química. A má alimentação promove  – dentre os principais 
desequilíbrios – prisão de ventre, enxaquecas, dores de cabeça, cãibras, dormências, desconcentração nas atividades físicas e intelectuais, má qualidade de memória, hipertensão arterial, diabetes, sono não reparador etc”, explica o professor de Medicina Ortomolecular Paulo Edson Reis Jacob Neto.
Todos esses problemas de saúde podem ser evitados se deixarmos de consumir alimentos que provocam glicação (processo inflamatório imediato dos órgãos que compõem o sistema digestório). Três alimentos devem ser evitados: o trigo branco, o leite e o açúcar, dentre outros que “acidificam o sangue”, inibindo uma perfeita homeostase, que é o estado de equilíbrio das diversas funções químicas do corpo, ensina o terapeuta. 

Mens sana in corpore sano 

“Fazer atividade física e trabalhar a parte espiritual ajuda os alimentos a desengatilharem as células para que essas informem o sistema imunológico que deve produzir defesas naturais do próprio organismo”, aconselha Jacob Neto.
É certo que algumas vezes é inevitável que façamos nossas refeições fora de casa, em restaurantes ou lanchonetes nem sempre confiáveis. A falta de higiene na preparação dos alimentos em alguns desses locais começa com a péssima qualidade da água utilizada nos diversos processos. 
“Não podemos admitir que um líquido que recebe 32 tipos de produtos químicos seja chamado de água. Por isso, recomenda-se usar produtos de qualidade orgânica na limpeza dos alimentos, como, vinagre de maçã e bicabornato de sódio. Alguns estabelecimentos preferem usar derivados de cloro que destroem toda a vitamina B dos alimentos”, explica o professor. 

Como se alimentar melhor



A refeição mais importante para o ser humano é o café da manhã. O especialista Jacob Neto sugere que seja composto por frutas, mel, melado de cana, pão integral, iogurte natural e leite de amêndoas (duas castanhas do pará + cinco amêndoas + um copo de água batidos no liquidificador), que tem selênio e vitamina E suficientes para um dia de proteção. A receita pode ser substituída por um copo com 20 uvas escuras, ricas em bioflavonóides + resveratrol + picnogenol, substâncias antioxidantes e anticancerígenas, que combatem o estresse e ajudam no rejuvenescimento celular.
“Independentemente da idade, devem ser feitos intervalos de três a quatro horas entre cada refeição ou ingestão de uma fruta ou um suco. A quantidade depende da faixa etária de cada paciente, pois uma criança não se alimenta como um adulto, assim como um idoso não se alimenta como um jovem”, completa o professor.



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Medicina alternativa tem dificuldade de se consolidar no sistema público de saúde e se tornar uma opção para a cura e a prevenção de doenças.

A saúde é o bem mais precioso que qualquer ser humano possui e para garantir que toda a população tenha acesso a este direito, o poder público promove várias ações, projetos, programas e leis. De acordo com o terapeuta holístico Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sindicato dos Terapeutas do Rio de Janeiro (Sinter-RJ),
nos últimos 20 anos o sistema de saúde brasileiro passou por profundas transformações nos aspectos político, jurídico e organizacional, com expressiva expansão da assistência médica oferecida à população.
Paulo ressalta que estas transformações possibilitaram a implementação de novas propostas na gestão dos serviços de saúde, como a inclusão de técnicas da medicina não-convencional no sistema público. “Estas práticas terapêuticas vêm sendo frequentemente apontadas como alternativas no tratamento dos indivíduos, sendo incorporadas progressivamente à organização da prestação de assistência médica à população. Entre os principais motivos que levaram a inserção da medicina não convencional nos serviços públicos de saúde é o baixo custo e a pouca efetividade dos tratamentos convencionais”, destaca.
Neste contexto, estudos apontam que a homeopatia foi a prática terapêutica que mais se destacou nos últimos 10 anos. Paulo observa que mesmo com este desenvolvimento é difícil conquistar um espaço no setor da saúde, área na qual a visão médica técnico-científica é dominante. “Não tem sido uma tarefa fácil e a história comprova essa dificuldade. Somente a partir de 1985 as instituições públicas de assistência médica e a academia aderiram às terapias naturais. O marco é a assinatura de um convênio pluriinstitucional celebrado entre o INAMPS, FIOCRUZ, UERJ e IHB”, aponta.
Com este convênio foi possível realizar uma ação conjunta para a institucionalização da homeopatia nos serviços públicos de saúde oferecidos para a população. O entendimento foi de que a homeopatia seria uma proposta de universalização da assistência terapêutica, sendo que os usuários teriam o direito de escolha do tipo de tratamento que desejava ter. “É um direito de cidadania a ser garantido ao paciente. Este consenso teve como resultado uma série de recomendações que foram apresentadas a VIII Conferência Nacional de Saúde”, conta.
As recomendações incluíam propostas para a formação de profissionais em homeopatia e ideias para a área de produção de meios terapêuticos, com estímulo a oficialização das demais práticas alternativas terapêuticas. “A discussão girou em torno da utilização ambulatorial das terapias naturais. Mesmo com tantas transformações nos anos 80, os gestores dos serviços de saúde não aderiram às práticas alternativas por causa dos obstáculos institucionais e da cultura política brasileira. Ainda sim houveram algumas ações locais para criar programas de terapias alternativas”, destaca.
Atualmente é visível o desenvolvimento significativo dos sistemas terapêuticos alternativos no sistema público de saúde do país. Os atores responsáveis pela formulação de políticas públicas passaram a entender a medicina alternativa como uma forma de garantir a universalização da assistência médica. “O usuário tem que ter assegurado o direito de escolher a qual tratamento ele prefere se submeter, afinal a saúde é um bem individual e cada qual deve cuidar dela da melhor maneira segundo o seu ponto de vista”, acrescenta.
Para Paulo o avanço em relação às terapias naturais e a prestação de serviços de saúde gratuito não deve ser desconsiderado, mas ainda existem muitas limitações no processo de expansão da oferta de assistência médica para atender a demanda da população. “Os números comprovam essa realidade. Os indicadores socioeconômicos e sanitários demonstram o baixo nível de efetividade do sistema quando comparados aos padrões considerados mínimos para uma vida digna. As práticas terapêuticas alternativas devem complementar a medicina convencional e é fundamental encontrar propostas inovadores para a gestão desses serviços”, finaliza.

Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro 
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Disfunções na articulação têmporo-madibular também podem estar relacionadas à fibromialgia.
A articulação têmporo-madibular, conhecida também como ATM, fica localizada na junção da  mandíbula com o osso temporal e está ligada aos movimentos da boca. Esta articulação pode sofrer algumas disfunções que prejudicam o seu correto funcionamento e que envolvem não só os dentes em sua articulação (a oclusão dentária) como também os músculos mastigatórios e os temporais (nas têmporas). “O bruxismo, alterações neuromusculares e deslocamentos do disco (o 'menisco')  da ATM estão entre os problemas mais comuns”, aponta Gerson Köhler, especialista em ortodontia e ortopedia facial que atua na equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial.
A ATM é responsável pela oclusão – ou fechamento – da boca e é considerada uma das articulações mais complexas do organismo. Ela pode fazer movimentos para frente, para os lados, para trás e também a movimentação tipo dobradiça, nome dado a ação de abrir e fechar a boca. “Dentro da articulação têmporo-madibular existe um menisco (aqui chamado de 'disco articular'), uma espécie de cartilagem que tem como função minimizar o impacto dos movimentos e melhorar o encaixe entre as faces articulares”, explica o especialista, professor convidado da pós-graduação da UFPR desde 1988.
As disfunções da ATM podem surgir quando há alterações nos dentes ou nos discos da articulação, problemas psicológicos que levam o indivíduo a ter hábitos parafuncionais, como roer as unhas, apertamentos inadequados, mastigação incorreta, ansiedade e estresse. “Traumas causados por acidentes de trânsito ou batidas na região do queixo e má posição do corpo, como por exemplo ficar com a mão apoiada no queixo enquanto realiza alguma atividade, também podem causar problemas nesta complexa articulação craniofacial”, afirma Juarez Köhler, ortodontista e ortopedista facial que compõe a equipe clínica da Köhler Ortofacial.
Entre os sintomas das alterações na articulação têmporo-madibular estão ruídos ou estalos ao movimentar a boca, dores na região e próximo aos ouvidos, travamentos da mandíbula, cansaço no rosto, dores de cabeça, redução da abertura da boca, tonturas e zumbido. “Devido a sua posição (próxima aos ouvidos) a dor e os desconfortos podem se irradiar para a cabeça, pescoço, ombros e - inclusive - braços. A sensação dolorosa normalmente está relacionada com o envolvimento da musculatura e sinaliza a necessidade de procurar ajuda de um especialista”, observa Juarez.
As dores nas ATMs também podem estar relacionadas à fibromialgia. Dados apontam que 20% dos pacientes que tem problemas nas ATMs sofrem com fibromialgia e um terço das pessoas que apresentam este distúrbio tem dores nas ATMs. “A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por uma condição dolosa e crônica e engloba diferentes manifestações clínicas, como dor, indisposição, distúrbios do sono e fadiga. Esta síndrome é considerada uma forma de reumatismo, pois envolve músculos, ligamentos e tendões, ligada à percepção do estímulo doloroso pelo indivíduo”, esclarece Gerson.
A postura do corpo também está relacionada com as disfunções na articulação têmporo-madibular. As ATMs representam a ligação da mandíbula com a base do crânio, que possui conexões musculares e de ligamentos com a região cervical (do pescoço). “Os músculos da cabeça, a região cervical e o sistema estomatognático, o qual inclui a maxila, mandíbula, arcadas dentárias, neuromusculatura, ATMs e tecidos moles, possuem uma íntima relação entre si. Por isso alterações na postura da cabeça e do corpo interferem de maneira negativa no funcionamento das ATMs”, evidencia Juarez.
O tratamento para as disfunções das ATMs pode incluir o uso de dispositivos intra-orais – espécie de placa utilizada na boca somente à noite -, reeducação postural, tratamento normalizador ortodôntico e até o uso de relaxantes musculares, analgésicos e anti-inflamatórios, sempre com prescrição médica. “É fundamental que o tratamento seja feito por equipes multidisciplinares, as quais devem ser compostas por ortopedistas, ortodontistas, especialistas em ATM e dores faciais e - inclusive - fisioterapeutas. A troca de conhecimento entre os profissionais citados e a realização de técnicas associadas propiciam resultados mais efetivos, caracterizando o que se denomina de 'interdisciplinaridade terapêutica”, acrescenta Gerson.



Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR) 
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial 
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Sem fornecimento de ar a pressão dentro do ouvido não é equalizada e o tímpano é puxado para dentro, provocando o estímulo doloroso.

Ninguém gosta de sentir dor, afinal é uma sensação incômoda e que pode provocar diferentes sensações e percepções dolorosas nos indivíduos. A dor possui uma função importante: alertar sobre um perigo iminente, avisar que algo de errado está acontecendo. “É uma forma que o organismo tem para se proteger, mostrando que existem certos limites que não podem ser ultrapassados ou que é hora de se preocupar com a saúde. A dor em si é associada a fenômenos neurofisiológicos, processos iguais para todos os seres humanos”, afirma a otorrinolaringologista Rita de Cássia Cassou Guimarães.
O que muda de pessoa para pessoa é a experiência dolorosa, influenciada por atores psicológicos, sociais e culturais. Independentemente do tipo da dor, Rita ressalta que esta manifestação indica que o corpo tem alguma alteração. “Sentir dores nos ouvidos, por exemplo, é um sinal de que há doenças ou distúrbios no órgão ou em alguma estrutura orgânica próxima a eles. Quando o problema está no ouvido a causa é otológica e quando não está é uma causa não otológica”, esclarece a médica, que também é
Otoneurologista.
A otite externa aguda é uma infecção de causa otológica, que ocorre na pele do canal do ouvido e pode ser causada por vários tipos de germes ou fungos. O paciente apresenta dores severas e profundas e coceira. Se não for tratada a infecção pode causar descamações da pele interna do ouvido e prejudicar a audição. “A otite média aguda também é um tipo de infecção, caracterizada por sensações dolorosas intensas, redução da audição e febre. Nas crianças há agitação, perda de apetite e vômitos. Se houver perfuração no tímpano podem surgir secreções no ouvido”, aponta.
A otite média aguda pode ser causada por gripes e resfriados, nos quais os vírus ou bactérias migram da garganta ou nariz para os ouvidos pela tuba auditiva e é mais comum em crianças. “Os tumores são outros fatores que causam dor de ouvido. Apesar de serem menos frequentes, os tumores provocam diminuição da audição. Neste caso o médico faz um histórico do paciente, exames do ouvido e também exames por imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética”, observa a especialista.
A obstrução da tuba auditiva, canal responsável pela ligação entre a parte posterior do nariz e o ouvido médio, também pode causar dores de ouvido. O ar presente no ouvido médio é contido pela membrana timpânica e é reabastecido por meio da abertura da tuba auditiva durante o ato de engolir. “Desta forma a pressão do ar em ambos os lados do tímpano é semelhante. Quando há alguma obstrução da tuba não é possível distribuir de maneira uniforme a pressão do ar. Sem fornecimento de ar ocorre um vácuo no ouvido médio que suga o tímpano para dentro. Esse tensionamento provoca o estímulo doloroso”, acrescenta.
Entre as causas não otológicas que provocam dores nos ouvidos estão as de origem dentária, disfunções têmporo-mandibulares associadas a problemas dentários, infecções e tumores na faringe, boca e amígdalas, problemas nas vias aéreas, aparelho digestório, região cervical e na base do crânio. “Isto ocorre devido à ramificação dos nervos da cabeça, pescoço, tórax e do aparelho digestório. É uma forma de dor refletida, pois os impulsos dolorosos chegam aos ouvidos por meio das conexões das ramificações nervosas entre a região afetada e os ouvidos”, explica. 



Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães (CRM 9009) 
Otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR    
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