Toxina minimiza rugas, combate a hiperidrose e pode ser utilizada em tratamentos contra enxaqueca crônica.

Há 20 anos mulheres do mundo inteiro passaram a usar uma arma poderosa contra o envelhecimento – a toxina botulínica. Popularmente chamado de botox, a substância caiu no gosto de quem quer eliminar rugas e marcas de expressão. “O botox é usado no Brasil para fins estéticos desde 1992 e o país é considerado pioneiro na aplicação da toxina com a finalidade de rejuvenescimento facial. A técnica proporciona muitos benefícios, mas deve ser usada com bom senso”, ressalta o médico Alderson Luiz Pacheco, especialista em cirurgia plástica e mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser.
O botox é um dos procedimentos não-cirúrgicos mais utilizados para minimizar os sinais do tempo, que surgem principalmente no rosto. Não é possível impedir o envelhecimento, mas a aplicação da substância ajuda retardar este processo. “O botox bloqueia temporariamente a ação dos músculos faciais, minimizando as denominadas rugas dinâmicas. O objetivo é reduzir as expressões e não bloqueá-las, o que provocaria uma fisionomia congelada. É fundamental procurar um profissional especializado, que saiba utilizar os benefícios da toxina sem causar deformidades”, observa.
O cirurgião plástico esclarece que antes da aplicação é feita uma limpeza no local e os pontos da musculatura que receberão a toxina são marcados com gelo – a baixa temperatura reduz a sensação dolosa. O botox deve ser preparado no momento do procedimento e deve ser retirado do congelador na frente do paciente. “No final é feita uma espécie de imobilização, impedindo a migração da toxina para outras locais. Nas primeiras horas após a aplicação não é recomendado colocar a cabeça no travesseiro e nem a fazer movimentações faciais fortes”, aponta.
Quando a toxina botulínica é usada para melhorar a harmonia facial, os efeitos podem durar de quatro a seis meses. Se o método não for satisfatório basta interromper as aplicações. Porém, se o botox for utilizado como preenchimento, os efeitos são definitivos e se o resultado não for bom não há como voltar atrás. “O médico sério leva em consideração o que é possível fazer, o que ficaria bom, o que seria um exagero e a expectativa do paciente. O diálogo é essencial para chegar a um denominador comum”, destaca o especialista, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Pacheco explica que os efeitos do botox são mais duradouros se houverem alguns cuidados. Suplementos vitamínicos que possuem hormônios anabolizantes prejudicam os resultados, pois estimulam a hipertrofia muscular. A testa é uma região com músculos, se eles ficarem mais fortes haverá uma luta com a substância e sua durabilidade será menor. “Exposição solar intensa, água quente, excesso de expressões com a testa e a falta do uso de hidratantes aceleram o término dos efeitos. Para que o botox dure mais é preciso estar sempre atento a estas recomendações”, enfatiza.
Como qualquer outro tratamento, o uso da toxina tem contraindicações. Gestantes não podem se submeter à técnica e uso de antibióticos contraindica a realização do procedimento. O paciente deve informar ao médico o consumo de qualquer medicamento, inclusive os emagrecedores. “Quem costuma tomar remédios para emagrecer acaba prejudicando o tratamento, já que a queima mais intensa de gorduras reduz o tempo de duração dos efeitos”, alerta Pacheco, que atua na Clínica Michelangelo de Cirurgia Plástica, localizada em Curitiba.
Apesar de ser mais usado com fins estéticos, o botox também para promover a saúde. A hiperidrose, um distúrbio que causa suor excessivo nas mãos, pés e axilas, pode ser combatida com a aplicação da toxina. As injeções ainda são benéficas no tratamento de enxaqueca crônica. “O botox ajuda a prevenir as crises e é uma alternativa de tratamento que foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O mecanismo de ação ainda não é totalmente conhecido, mas os pesquisadores acreditam que a substância iniba a inflamação dos vasos sanguíneos da cabeça”, afirma.

Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Fone:             41 3022-4646      
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR

Substância presente em vários medicamentos prejudica a coagulação do sangue e pode provocar hemorragias.

Cuidar da imagem é fundamental na vida pessoal e também na profissional. Homens e mulheres investem na beleza e recorrem a várias estratégias para ficarem mais bonitos e com a auto-estima elevada. A cirurgia plástica é um dos artifícios que corrigem os defeitos e valorizam as qualidades do corpo. “A plástica está cada vez menos invasiva e com resultados mais satisfatórios. Os procedimentos cirúrgicos com objetivos estéticos ou reparadores podem ser feitos da cabeça aos pés”, observa o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco.
Para se submeter à operação, o paciente passa por vários exames e avaliações, que indicam se é seguro ou não realizar o procedimento de acordo com o estado de saúde do organismo. As orientações dadas durante as consultas são essenciais para garantir que a plástica seja um sucesso. “A segurança do paciente está sempre em primeiro lugar. Um médico ético jamais irá permitir que um indivíduo se exponha a riscos que comprometam sua integridade física”, ressalta Pacheco, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Não fumar, não consumir bebidas alcoólicas e ficar em jejum 12 horas antes da cirurgia são algumas recomendações que fazem a diferença durante a intervenção e no período de recuperação. No pré-operatório também deve ser feita ser a suspensão do uso de medicamentos que contenham Ácido Acetil Salicílico (AAS). “Esta substância deve ser evitada no mínimo 15 dias antes da data da plástica. Por isso antes de utilizar qualquer medicamento o paciente deve consultar o médico, que saberá se é permitido ou não o uso de tal remédio”, explica.
O AAS, muito comum em aspirinas, dificulta a coagulação do sangue e pode causar um grande transtorno se estiver presente no organismo no momento da cirurgia plástica. O AAS inibe a atuação da enzima ciclo-oxigenase, inibindo a atividade plaquetária. “Quando este fármaco entra em contato com a corrente sanguínea, a coagulação é prejudicada e ao fazer uma incisão no corpo pode ocorrer graves hemorragias. O AAS é utilizado para evitar eventos trombóticos e ainda sim deve ser usada com cautela, pois há o risco de sangramento”, esclarece.
A suspensão do AAS 15 dias antes da cirurgia assegura que o organismo não estará sobre o efeito da substância, que segundo pesquisas científicas permanece até sete dias depois do seu uso. “Não é apenas na plástica que este medicamento deve ser evitado. Em vários outros tipos de cirurgia, como a bariátrica, os médicos dão orientações sobre os riscos relacionados à sua ingestão. Os pacientes devem tomar cuidados até mesmo no uso de anti-inflamatórios e medicações estimulantes”, recomenda o médico, mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser.
Ao se dirigir para o hospital onde será realizada a intervenção cirúrgica, é preciso tomar outros cuidados. Jóias, maquiagem e esmaltes não devem ser utilizados, para não atrapalhar os procedimentos e a verificação do estado de saúde do paciente no tempo cirúrgico. “As unhas devem estar naturais, pois elas podem indicar alterações importantes no corpo e estes sinais ajudam a evitar problemas. O uso de roupa especial no centro cirúrgico é obrigatório para facilitar o trabalho da equipe e evitar contaminações. O roupão é fornecido pelo hospital”, comenta.
Pacheco acrescenta que os pacientes não devem passar nenhum cosmético no corpo, como cremes, hidratantes ou perfumes. O banho deve ser tomado apenas com uma esponja e sabonete neutro e os cabelos devem ser lavados e secados. Depilações em áreas próximas a região que será operada somente com permissão médica. “Normalmente os médicos passam uma lista com as orientações para que o paciente não esqueça nenhum detalhe. Cintas, sutiãs especiais e outros acessórios utilizados após a cirurgia devem ser levados ao hospital”, finaliza o especialista.

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Exames podem evidenciar a presença de doenças ou fatores que comprometem a segurança da cirurgia.

O número de cirurgias plásticas realizadas no Brasil não para de crescer. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em 2009 foram 629 mil intervenções, em 2010 o número passou para 720 mil e a estimativa é que em 2011 tenha ocorrido um aumento de 10% na quantidade de operações plásticas concretizadas. “As pessoas perderam o medo e a vergonha, por isso quem ainda não fez uma plástica certamente vai, no mínimo, pensar sobre esta possibilidade”, afirma o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco.
Somente no consultório de Pacheco mais de 180 pacientes encararam o bisturi para alterar a forma física de alguma parte do corpo. Ao todo foram 248 cirurgias plásticas realizadas em 2011, com uma média de 20,67 intervenções e 15,17 clientes por mês. Os números apontam que alguns pacientes fizeram mais de um procedimento no mesmo tempo cirúrgico. “Atualmente é comum aproveitar para realizar várias cirurgias no mesmo dia, sempre levando em consideração o estado físico do paciente e o porte da cirurgia”, observa .
Do total de plásticas realizadas no Brasil a SBCP calcula que aproximadamente 73% tenham objetivos estéticos e 27% reparadores. Independentemente da finalidade da cirurgia, o paciente passa por uma série de exames e avaliações que podem habilitá-lo ou não a ir para o centro cirúrgico. “Qualquer ato cirúrgico provoca um trauma ao organismo e o indivíduo está sujeito as consequências do procedimento. Além disso, para que a cirurgia seja bem sucedida o estado de saúde deve ser o melhor possível”, explica o médico, membro da SBCP.
As primeiras consultas ao cirurgião plástico são destinadas a conhecer o corpo e a mente do paciente. A conversa com o médico deve ser franca e dúvidas, medos e expectativas podem ser esclarecidos. “Eu preciso saber qual a motivação para a intervenção, quais resultados são esperados após a cirurgia e o grau de comprometimento com as exigências da operação, como as alterações na alimentação e nos hábitos de vida”, ressalta Pacheco, que atua na Clínica Michelangelo de Cirurgia Plástica, localizada em Curitiba.
As limitações físicas também influenciam na estratégia adotada para a realização da intervenção cirúrgica, na recuperação após a operação e nos resultados. Uso de medicamentos, doenças e hábitos nocivos à saúde – entre eles o consumo de álcool, tabagismo e o sedentarismo – entram na lista de análise do cirurgião. “A partir dos dados obtidos nos primeiros exames é possível verificar a presença de patologias que possam impedir ou contra-indicar a cirurgia. Em alguns casos é preciso equilibrar o estado do corpo para então o paciente ser liberado”, aponta.
Excesso de peso e altos índices de colesterol e açúcar no sangue são exemplos de fatores que precisam ser controlados antes da operação, pois há alteração nos aspectos endrócrinos e metabólicos do organismo. “Quando há fatores que indicam um risco potencial maior do que os benefícios que a cirurgia pode trazer ao paciente a intervenção é contra-indicada. O médico é responsável por identificar se uma doença já existente pode piorar ou se haverá o comprometimento dos resultados da plástica devido ao estado de saúde do paciente”, destaca o médico.
A avaliação pré-operatória identifica as situações que podem contra-indicar a cirurgia e o médico tem como missão atuar para que estes problemas possam ser solucionados, sem prejudicar a saúde do paciente, e a operação possa ser realizada com segurança. “Quando necessário é indicado um trabalho em conjunto com outros profissionais da área da saúde, como nutricionistas e endocrinologistas, para garantir o bem estar de quem se submete a cirurgia plástica”, acrescenta o especialista, mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser.

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Aromaterapia, acupuntura, massoterapia e florais ajudam a restaurar o equilíbrio do organismo.

Na próxima quinta-feira (08/03) será comemorado o Dia Internacional da Mulher, data marcada pela luta por melhores condições de vida para as mulheres. Atualmente o sexo feminino usufrui dos direitos conquistados anteriormente, mas ainda tem um longo caminho pela frente para acabar de vez com os obstáculos impostos pela sociedade. “Situações como discriminação no trabalho, assédio sexual e violência provocam estresse, favorecendo o surgimento de várias doenças”, observa Joaquim Francisco Pereira da Fonseca, psicólogo e terapeuta holístico.
O estresse pode ser definido, de maneira científica, como um conjunto de reações do organismo frente a estímulos internos ou externos. Em excesso, o estresse é devastador e pode até levar a morte. “Além das situações do cotidiano, nas quais as mulheres têm que dar conta da casa, do trabalho, dos filhos, do marido e de suas atividades pessoais – quando sobra tempo-, aspectos físicos como as alterações hormonais, influenciam o estado emocional e intensificam os efeitos causados pelo estresse”, afirma Fonseca, membro do Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio de Janeiro (Sinter-RJ).
Entre as manifestações provocadas pelo estresse estão acessos de raiva, úlceras estomacais, queda de cabelo, enxaqueca, ataques do coração, ansiedade e outra doenças. “Esta é a ponta do iceberg, pois vários estudos revelam que quando o indivíduo está em uma situação de escolha desesperada o organismo libera cortisol e a reação em cadeia resulta em comportamentos fora dos padrões, afetando o sistema imunológico e facilitando o surgimento de enfermidades, como o câncer”, ressalta Paulo Edson Reis Jacob Neto, terapeuta holístico e presidente do Sinter-RJ.
Dificilmente alguém consegue ficar um dia sem passar alguma situação estressante. Paulo destaca que hoje deixar de se estressar é como deixar de respirar ou de comer. “Da mesma forma que é possível melhorar a alimentação, também é possível reduzir o nível de estresse, melhorando a qualidade de vida e prolongando a juventude. As terapias naturais são uma alternativa para promover a saúde, tratar males que afetam o organismo e combater o estresse”, enfatiza Paulo, que também é especialista em Psicohomeopatia e Ortomolecular.
A música é um dos artifícios que podem ser usados a favor do equilíbrio do corpo e da mente. Na musicoterapia são trabalhados os hemisférios cerebrais, equilibrando a relação entre o pensar e o sentir e resgatando a estabilidade do indivíduo de maneira coerente. “A melodia tem o poder de trabalhar o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência do indivíduo. A força que organiza o ritmo provoca respostas motoras, dando suporte para a expressão corporal e a improvisação de movimentos”, explica Fonseca.
Os toques exercidos na massoterapia são outra forma de aliviar o estresse. O contato pode ser feito com as mãos ou outras partes do corpo e com aparelhos. A energia do massoterapeuta tem que ser positiva, já que ela será sentida pelo paciente. “Para quem gosta de aromas, a aromaterapia é ideal. Alecrim, hortelã, jasmim, erva-doce e inúmeras outras plantas tem a capacidade de provocar efeitos benéficos em um indivíduo. A aromaterapia é um ramo da fitoterapia e sua principal vantagem é o uso de elementos naturais, com mínimos efeitos colaterais”, esclarece Paulo.

A acupuntura, um método milenar da Medicina Tradicional Chinesa, é uma boa estratégia para quem quer minimizar o estresse. O uso das agulhas tem como finalidade a obtenção do equilíbrio energético. As picadas são praticamente indolores e a aplicação é feita em pontos específicos. “A terapia Floral é outra opção muito indicada. Os florais ajudam o corpo a encontrar momentos de paz e relaxamento ao reequilibrar as energias nos momentos estressantes. De qualquer maneira a melhor forma de prevenir o estresse é cuidar da alimentação e praticar exercícios físicos”, acrescenta Paulo. 


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Interdisciplinariedade é fundamental para diagnosticar disfunções nas articulações temporo-mandibulares em pacientes com fibromialgia.

Dores de cabeça tensionais, dor crônica generalizada nos dois lados do corpo, acima e abaixo da cintura, rigidez nas articulações, ansiedade, depressão, distúrbios do sono e disfunções nas articulações temporo-mandibulares (ATMs). Estes são alguns dos sintomas próprios da fibromialgia, uma síndrome dolorosa crônica sem inflamação. A enfermidade é caracterizada quando o paciente sente dores no corpo inteiro, não sendo capaz de identificar com precisão onde está doendo e o problema está presente há pelo menos três meses. A doença atinge principalmente o sexo feminino, em uma proporção de 20 mulheres para um homem.
A fibromialgia é uma doença reumatológica crônica, com presença de dores músculo-esqueléticas e a patologia contribui para a amplificação das sensações dolorosas, alterando a forma como o cérebro interpreta os sinais de dor. O ortodontista e ortopedista facial, Gerson Köhler, aponta que a prevalência de disfunções das articulações temporo-mandibulares (DTM) em pacientes com fibromialgia é maior do que a situação oposta, ou seja, é mais difícil a fibromialgia surgir em quem tem DTM. “A DTM refere-se a várias alterações que envolvem a musculatura mastigatória e as articulações temporo-mandibulares”, observa.
Juarez Köhler, ortodontista e ortopedista facial que compõe a equipe clínica da Köhler Ortofacial, esclarece que as ATMs tem a função de fechar abrir a boca e tem a capacidade de fazer diversos movimentos. “As ATMs podem se deslocar para frente, para trás e também para os lados. A principal relação deste par (direito e esquedo) de articulações com a fibromialgia se deve pelo fato de as ATMs serem envoltas por um dos grupos musculares mais poderosos do corpo humano. As dores nesta articulação podem se propagar na região da cabeça, face, pescoço e ombros”, acrescenta.
Os masseteres fazem parte do conjunto de  músculos que atuam na mastigação e por causa da excessiva contração muscular ocorrem condições como apertamento de dentes e bruxismo, distúrbio caracterizado pelo ranger de dentes. Os dentes são praticamente reféns destes músculos, que tem o poder de exercer uma força superior à meia tonelada, capacidade totalmente destrutiva para as estruturas faciais. “Problemas dentários podem agravar o quadro e os sintomas surgem principalmente durante a noite. As dores noturnas prejudicam a qualidade do sono e pioram os sintomas da fibromialgia”, enfatiza Juarez.
Gerson, professor convidado da pós-graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) desde 1988, explica que assim como a fibromialgia, a DTM também tem maior incidência nas mulheres, com uma proporção de nove pessoas do sexo feminino contra uma do sexo masculino. “As mulheres estão mais sujeitas a mudanças hormonais, estresse emocional e alterações anatomo-funcionais, fatores que podem contribuir para o surgimento destes distúrbios. No que diz respeito à idade as duas patologias estão presentes especialmente na população entre 30 e 40 anos, mas podem - também - atingir crianças e adultos”, evidencia.
Os pacientes que sofrem com fibromialgia e DTM ainda têm mais um obstáculo a ultrapassar além das dores crônicas e de todos os sintomas: a dificuldade de ser diagnosticado com precisão. “Existem vários sintomas que são semelhantes nas duas patologias. Também é necessário levar em consideração que os especialistas podem diagnosticar um dos problemas e o outro ser descoberto somente mais tarde, prolongando o sofrimento dos indivíduos”, destaca Gerson, especialista em ortopedia funcional dos maxilares, com atuação  interdisciplinar também em distúrbios do sono.
Os principais sintomas da DTM são dores, sensibilidade ao toque das articulações temporo-mandibulares e dos músculos mastigatórios, ruídos nas articulações e mudanças na dinâmica mandibular. “O procedimento de avaliação dos 18 pontos doloridos comuns à fibromialgia nem sempre leva em consideração as dores orofaciais, o que reforça a importância da atuação de uma equipe interdisciplinar para tratar o paciente de modo integrado. Isto facilita o diagnóstico e permite que os profissionais recorram a métodos terapêuticos mais assertivos”, finaliza Gerson, que também atua na equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial.


Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Fone: 41 3224.4883/3013-0183
Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42, Centro, Curitiba/PR.



Distúrbios Funcionais Orofaciais podem afetar a estética e a funcionalidade da face. Diagnóstico precoce facilita o tratamento.

Amanhã (08/03) será comemorado o Dia Internacional da Mulher. Nesta data especial várias características do sexo feminino são exaltadas, especialmente a beleza. As mulheres fazem de tudo para se manterem belas e atraentes – academia, tratamentos estéticos e dietas são algumas das estratégias. “A principal preocupação é com o envelhecimento da face. Este processo não pode ser impedido, mas há algumas alternativas para amenizar as marcas que o tempo deixa no rosto”, destaca Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial da Köhler Ortofacial.
O sorriso tem uma grande influência na jovialidade do rosto. Anomalias dentofaciais, ausência de dentes, distribuição incorreta na arcada dentária, questões hormonais, bruxismo e outros fatores afetam aspectos estéticos e funcionais da face. “Estas causas provocam os Distúrbios Funcionais Orofaciais (DFOs). Os sintomas são mudanças nos movimentos mandibulares, dores no rosto, rigidez, dores de cabeça, ruídos nas articulações faciais, cansaço e dores cervicais”, explica Nilse Regina Waltrick Köhler, fonoaudióloga especializada em distúrbios funcionais da face.
Nilse, que atua na equipe multidisciplinar da Köhler Ortofacial, esclarece ainda que dores ao tocar nos músculos mastigatórios, movimentos mandibulares limitados e alterações na abertura e fechamento também estão relacionados com estes distúrbios. “Estimativas apontam que sete em cada 10 pessoas sentem algum dos sintomas dos DFOs, como dores na face. Dos que realmente sofrem com o problema, apenas 30% se queixam dos sintomas e 5% buscam ajuda especializada e se submetem ao tratamento”, observa a especialista em Motricidade Orofacial pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia.
Os distúrbios que prejudicam a face são mais comuns em mulheres, com idade entre 20 e 45 anos. E não são apenas questões físicas que podem desencadear o problema – traumas emocionais estão ligados aos sintomas dos DFOs. “As mulheres estão mais propensas a sofrerem mudanças bruscas de humor e tem a emoção mais a flor da pele devido às alterações hormonais que ocorrem no organismo feminino. Além disso, o sexo feminino está mais propenso a enfrentar mais condições dolorosas do que o sexo masculino, por exemplo”, ressalta.
O diagnóstico precoce é fundamental para que o tratamento seja mais eficaz. Quanto mais cedo os indícios dos DFOs forem detectados, mais assertivas serão as estratégias de tratamento. “É utilizado um protocolo de atendimento que ajuda a identificar estes distúrbios. Este protocolo foi desenvolvido pela Academia Européia de Desordens Craniomandibulares (EACD) e inclui orientações, testes funcionais, perguntas que devem ser respondidas pelo paciente e exames clínicos”, evidencia Juarez Köhler, integrante da equipe clínica interdisciplinar localizada em Curitiba.
Atualmente os métodos de tratamento estão menos invasivos, ou seja, demandam menos desgaste biológico e são reversíveis. A tecnologia e os estudos científicos foram essenciais para o avanço nas técnicas usadas para tratar os DFOs. “Nós, especialistas da área, temos que batalhar para que estas patologias sejam mais divulgadas e as pessoas possam ter consciência sobre o problema que podem estar enfrentando. Isto acelera a busca pelo tratamento e facilita a intervenção”, acredita Gerson, professor convidado, desde 1988, da pós-graduação da UFPR.
Aconselhamento comportamental, uso de dispositivos interoclusais, reeducação funcional e fisioterapia estão entre as linhas de tratamento que podem ser indicadas. Conforme o caso, o paciente ainda pode ser submetido a tratamentos corretivos normalizadores da região dentofacial após a eliminação dos sintomas desconfortantes. “A finalidade das intervenções é melhorar a qualidade de vida do paciente, promovendo harmonia, beleza e funcionalidade facial. A falta de tratamento agrava a situação e pode provocar consequências mais graves, dificultando a atuação dos especialistas”, finaliza Nilse. 

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Práticas contribuem para a saúde e equilíbrio do corpo e da mente.

A busca pela felicidade é constante na vida de qualquer pessoa. Alguns acreditam que que a felicidade é um estado e não uma condição permanente. Para estes a felicidade é construída com os bons momentos da vida e todos podem experimentar um pouco deste prazer. Outros pensam que a felicidade é um estado de espírito, que deve ser cultivado para estar sempre presente. “Uma coisa é certa: não há como ser feliz sem ter autoconhecimento. Se conhecer é o primeiro passo para administrar a sua própria vida da melhor maneira possível”, destaca a médica Laís de Siqueira Bertoche.
A médica ressalta que o autoconhecimento é o caminho para a saúde, a alegria, a cura do organismo e da mente. Uma vida saudável é harmoniosa e esta harmonia precisa apenas encontrar uma forma de se expressar, pois já faz parte da alma de cada um. Cada pessoa tem sua própria frequência de vibração, sendo que o sofrimento e as doenças surgem quando essa frequência entra em desarmonia. “O autoconhecimento identifica e possibilita a dissolução dos conflitos e desequilíbrios, restaurando a saúde e a paz do corpo e da mente. Para ajudar as pessoas a se conhecerem, criei oficinas terapêuticas semanais com o objetivo de estudar e aprender técnicas e práticas para o autoconhecimento e a autocura”, aponta.
Laís, que é médica especialista em Psiquiatria e Homeopatia, com pós graduação em Hipnoterapia Regressiva, Terapia da Família e Constelação Familiar, explica que um dos objetivos das oficinas da Terapia da Alma é identificar a presença de influências estranhas acopladas no campo áurico da pessoa. “Essas energias podem ter sua origem na herança familiar e espiritual, inclusive em vidas passadas. Daí a importância de se aprender a desenvolver os recursos necessários para abordar essas energias estranhas, promovendo a autocura”, esclarece.
Ao todo são oito oficinas, ministradas no Instituto de Terapia Transgeracional (ITT), fundado por Bertoche. Cada encontro possui um tema específico – as causas do sofrimento, carma e dharma, heranças familiares, traumas e bloqueios energéticos, a mente e o mundo, heranças espirituais, energias intrusas, e o desenvolvimento de recursos para a cura. “As reuniões acontecem uma vez por semana e são destinadas a qualquer pessoa que tenha interesse em minimizar seu sofrimento e descobrir caminhos para a autocura, inclusive profissionais da área da saúde”, enfatiza.
Nas oficinas os participantes ainda terão contato com temas como a lei da afinidade e sintonia, as doenças psicossomáticas, as desordens emocionais e mentais, a consciência e a matérias e os processos anímicos e obsessivos. “As oficinas também são uma forma de divulgar a Terapia Transgeracional, uma abordagem psicoterapêutica, criada por mim, que reúne o conhecimento de várias técnicas. Desenvolvi esta abordagem a partir dos meus 30 anos de experiência na área da saúde. O foco é fazer com que as pessoas sejam elas mesmas e superem os traumas que as impedem de viver com liberdade e alegria”, acrescenta Laís.

Serviço: Oficina “A terapia da Alma” - Estudos e práticas para o auto-conhecimento e a auto-cura
Início: 09 de abril de 2012
Horário: 19h às 21:00h
Coordenação: Laís de S. Bertoche – médica psiquiatra e homeopata, com pós-graduação em Hipnoterapia Regressiva, Terapia de Família e Constelação Familiar. Responsável pela criação da Terapia Transgeracional.
Informações: (21) 2257-2403

Com substâncias naturais, a homeopatia trata o indivíduo em sua totalidade.

Na pessoa saudável o organismo se mantém em equilíbrio e funcionando de maneira adequada para suprir as necessidades do corpo. Quando uma doença surge é sinal de que há algo errado em algum sistema ou órgão e esse desequilíbrio se mostra pelos sintomas (dores, febre, inflamações, tristeza, ansiedade, etc.). “A energia vital é responsável pela saúde e a doença é o resultado da tentativa de restauração da harmonia no organismo pela força vital”, aponta a médica Laís de Siqueira Bertoche, especialista em Psiquiatria e Homeopatia, com pós-graduação em Hipnoterapia Regressiva e Terapia de família.
Bertoche explica que cada pessoa é um ser único, que possui uma história singular e necessidades individuais, diferentes dos outros. Por este motivo a cura dos sintomas e das doenças exige uma investigação e uma abordagem terapêutica individualizada. “A homeopatia atua com este princípio de individualidade. A técnica foi desenvolvida pelo médico Samuel Hahnemann e é um sistema de cura baseado na observação dos sintomas, tanto do doente quanto do medicamento. O médicohomeopata utiliza as interações dinâmicas entre o campo energético da pessoa e da substancia homeopática com o objetivode curar”, afirma.
Qualquer substância – como o sal de cozinha, o veneno da abelha, o ouro – pode ser utilizada como medicamento homeopático. Para isso, os experimentadores, que são pessoas sadias, tomam-na diariamente até que apareçam sintomas (isto é uma experimentação homeopática) que são organizados na Matéria Médica.
Aquela substância capaz de produzir certas alterações em um organismo saudável tem a capacidade de curar esses mesmossintomas quando utilizada em pequenas doses (dinamizadas) numa pessoa doente. “Este princípio é chamado de cura pelos semelhantes”. Dizemos que a doença artificial produzida pelo medicamento homeopático é mais forte que os sintomas  daenfermidade natural, obrigando a Energia Vital a atuar de forma a combater esse desequilíbrio artificial, curando assim a doença subjacente. A médica enfatiza que a doença é uma forma da energia vital de manter a integridade da vida e as doenças agudas são a tentativa do organismo de acabar com o desequilíbrio, seja pela cura ou pela morte.
A homeopatia se baseia em mais dois princípios: as doses mínimas e o remédio único” e seu objetivo é curar doentes, e não doenças, ressalta Bertoche, fundadora do Instituto de Terapia Transgeracional. Por isso o remédio homeopático só deve ser prescrito após ouvir atentamente os sintomas do cliente, procurando o que é raro e peculiar naquela pessoa, isto é,individualizando os sintomas”, esclarece.
Os medicamentos homeopáticos têm como principal finalidade potencializar as capacidades curativas inerentes ao ser, curando tanto o corpo como a mente, sendo bem indicada em fobias, ansiedade, tristeza, insegurança, abandono, medo, ilusões, confusão mental, etc. Os medicamentos tratam o indivíduo em sua totalidade e “quanto mais alta a potencia (diluição + dinamização) utilizada, maior o poder daquela substancia. Mas note que cada nível de desequilíbrio requer uma potencia específica”, ressalta a médica.
O paciente também tem papel importante no processo, pois deve relatar todos os sintomas, seu início, sua duração e modalidade os fatores que podem estar associados ao surgimento da doença”.
A missão da homeopatia é contribuir para que o restabelecimento da saúde seja mais suave, num tempo mais curto. “No Brasil a homeopatia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina em 1980 e passou a fazer parte do Conselho de Especialidades Médicas da Associação Médica Brasileira em 1990”, acrescenta Bertoche, coordenadora de oficinas terapêuticas e facilitadora sistêmica de grupos.

Serviço: Terapia Transgeracional
Contato: Lais de Siqueira Bertoche
Cargo: Médica
Endereço: Av. N. S. de Copacabana, 664/805, Galeria Menescal, Portaria 3, Copacabana, Rio de Janeiro/RJ.

Encontro reuniu profissionais e pacientes para falar sobre zumbido e esclarecer dúvidas.

Na última seta-feira (02/03) mais de 20 pessoas estiveram no primeiro encontro do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba) de 2012. O encontro, realizado de março a dezembro na primeira sexta-feira do mês, teve como tema “O que é zumbido e quais as suas principais causas” e a responsável pela aula foi a otorrinolaringologista Rita de Cássia Cassou Guimarães, coordenadora do grupo. “As reuniões são divididas em duas partes. Na primeira é dada uma espécie de aula, ministrada por algum dos profissionais do GIPZ, e a segunda é destinada a perguntas e troca de experiências”, ressalta Rita.
A equipe – composta ainda pelo ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, a fisioterapeuta Vivian Domit Pasqualin, a fonoaudióloga Izabella de Macedo e a psicóloga Lesle Maciel – atua de maneira voluntária e presta esclarecimentos sobre o zumbido, suas causas e formas de tratamento. “O principal objetivo é informar aos pacientes que o zumbido é o sintoma de alguma doença e que existem várias estratégias para tratar o problema. As pessoas precisam saber que o tratamento tem como foco fazer com que o paciente não perceba mais o zumbido”, explica a médica.
Na reunião os participantes aprenderam que o zumbido é uma percepção sonora, nos ouvidos ou na cabeça, que ocorre na ausência de uma fonte externa. Cada paciente percebe um ruído diferente e uma pessoa pode ter vários fatores que desencadeiam o problema. “Por isso é fundamental uma abordagem interdisciplinar. Cerca de 17% da população se queixa de zumbido e acima de 65 anos um terço das pessoas possuem o sintoma. O barulho é mais percebido no silêncio e em situações de cansaço, preocupação e estresse”, destaca.
Segundo Rita, 80% dos zumbidos são gerados no sistema auditivo e 20% são gerados nas estruturas auditivas. Fármacos, doenças da orelha, problemas hormonais, metabólicos, odontológicos, fisioterapêuticos, cardiovasculares e neurológicos estão relacionados ao sistema auditivo. “As causas musculares e vasculares afetam as estruturas auditivas. Contrações rápidas e repetidas dos músculos próximos aos ossículos, por exemplo, provocam um zumbido rítmico e intermitente, como o som da batida de asa de borboleta ou o amassar de celofane. O problema pode ser resolvido com tratamento medicamentoso de curto prazo”, esclarece.
Maria Aparecida dos Santos, 52, começou o tratamento do zumbido em 2009 e associa o surgimento do sintoma após um episódio de gripe forte. “A voz saia para o ouvido e comecei a ouvir um motorzinho de dentista”, conta. Esta foi a primeira vez que a paciente participou do GIPZ. “Achei muito bom, gostei de tudo, se soubesse que era tão bom eu tinha vindo antes. Na próxima reunião eu estarei aqui se Deus quiser”, afirma.
Outra estreante na palestra do GIPZ, Matilde Possiedi, 66, sofre com o zumbido há mais de 20 anos. Passou por vários especialistas – chegou a ouvir que não encontraria a solução – e agora encontrou o caminho certo para diagnosticar a causa do ruído. “O zumbido apareceu aos poucos, primeiro só quando eu deitava, depois aumentou gradativamente. A noite, na hora de dormir, ele fica mais forte”, comenta. Apesar de saber do GIPZ há algum tempo, Matilde só conseguiu vir à esta palestra. “Aprendi muito, fiquei muito contente e me arrependi de não ter vindo antes, mas agora pretendo continuar”, finaliza.
O próximo encontro do GIPZ Curitiba será excepcionalmente na segunda sexta-feira de abril, dia 13, por causa do feriado de Páscoa. O tema será “Como explicar os diferentes graus de incômodo do zumbido” e a palestrante será a otorrinolaringolista Rita de Cássia Cassou Guimarães. “Todos estão convidados. A participação é gratuita e a programação durante o ano segue uma determinada ordem para facilitar a compreensão. Mesmo assim, não há problema em perder alguma aula, pois sempre fazemos uma revisão do conteúdo”, acrescenta Rita.

Serviço: Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba)
Próximo encontro: 13 de abril de 2012
Tema: Como explicar os diferentes graus de incômodo do zumbido
Palestrante: Rita de Cássia Cassou Guimarães, otorrinolaringologista, otoneurologista e coordenadora do GIPZ Curitiba
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
Agendamento de presença e mais informações:(41) 3225-1665 
Entrada livre

Internautas poderão comprar cosméticos importados e exclusivos.

Esta semana será lançada a loja online da Skin Shop Cosmetics, empresa que comercializa cosméticos importados e exclusivos e que faz parte do Grupo Pura Vida. A loja virtual possui os mesmos produtos vendidos no ponto físico e a qualidade e procedência garantida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “A internet possibilita a abrangência de um público maior e mais diversificado. Sem contar que a facilidade para o consumidor é muito maior”, enfatiza Ricardo Prado, sócio-diretor do Grupo Pura Vida.
Os consumidores poderão participar de diversas promoções na loja online e também nas redes sociais da Skin Shop Cosmetics. Com o apoio da Roteiro Marketing, responsável pela gestão do e-commerce, das mídias sociais e da loja online, o grupo Pura Vida quer ampliar os negócios. “A presença na internet é fundamental para a divulgação e consolidação da marca. A Skin Shop Cosmetics surgiu no ano passado e a pretensão é formar uma rede de franquias padronizadas, sempre com o conceito de exclusividade e inovação”, ressalta Ricardo.
Henrique Franceschi, empresário que também faz parte do grupo Pura Vida, destaca que os internautas poderão adquirir de imediato os cosméticos das marcas Attitude Line, Aromatics, Reeflis e Uvamia. “As duas primeiras marcas atuam com produtos fabricados com nutrientes do Mar Morto, com destaque para a Lama do Mar Morto, da Aromatics, importada de Israel. A Reeflis possui o ultra-polidor de unhas e a Uvamia atua com cosméticos feitos a base da vinhoterapia, trazendo os benefícios dos polifenóis encontrados na uva”, observa.
Com o investimento do grupo Pura Vida na Skin Shop Cosmetics serão incluídos outros itens importados. A expectativa é trazer ao Brasil cosméticos para tratamento capilar e uma linha masculina. “O estoque é abastecido pela Pura Vida Imports, que também trabalha com serviços e o atacado de outros produtos. Nós queremos oferecer mas linhas de produtos, todas diferenciadas e que são encontradas somente no exterior. A exclusividade é o ponto alto do negócio”, afirma Franceschi.
Hidratantes, cremes, esfoliantes, lama, sabonetes, máscaras faciais e manteigas corporais com sais minerais do Mar Morto e hidratante facial com polifenóis da uva estão entre os cosméticos que serão encontrados na loja online da Skin Shop Cosmetics. “O site foi planejado com muito carinho, pensando sempre no consumidor. O acesso é fácil e a compra feita com apenas alguns cliques”, explica Ricardo.

Loja online da Skin Shop Cosmetics
http://www.skinshopcosmetics.com.br