Técnica avançou e próteses estão mais seguras. Implante também define o contorno da região.

No Brasil, o bumbum é uma das regiões do corpo feminino mais valorizadas. Para não decepcionar, as mulheres não dispensam exercícios para os glúteos e malhação pesada. Mesmo com muita transpiração, nem todos os bumbuns ficam cheios, durinhos e redondos. Isto se deve a fatores genéticos, quantidade de músculos na região e alimentação. O cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco explica que a estrutura física também influencia o crescimento muscular da região.
“As principais queixas de quem deseja fazer alguma intervenção cirúrgica no bumbum é em relação ao tamanho e formato. No contexto da cirurgia plástica uma opção que promove resultados satisfatórios é o implante de silicone”, afirma o médico. Comparada a outros tipos de operações estéticas, a colocação de prótese de silicone no bumbum ainda não é a preferida, mas a procura cresce gradualmente. O implante aumenta o volume, melhora os contornos e ainda corrige imperfeições.
Segundo Pacheco, a prótese não é uma alternativa somente para quem quer deixar os glúteos mais protuberantes. O implante também é indicado para corrigir defeitos genéticos, alterações de forma, textura e volume causados pelo envelhecimento, variações de peso ou questões hormonais. “O material utilizado no implante do bumbum é mais consistente e resistente do que a próteses para os seios. Isto garante mais segurança a paciente, já que esta região está mais sujeita a traumas, sofre compressão ao sentar e faz parte de vários movimentos do corpo”, destaca.
Existem vários tamanhos de próteses no mercado e a escolha depende da necessidade e do desejo da paciente. A decisão ainda leva em consideração a opinião do cirurgião, que analisa a viabilidade do implante, as limitações do organismo e avalia qual a melhor opção para deixar a silhueta harmoniosa. “A altura, largura e comprimento da prótese define o contorno do novo bumbum. Outra característica é a textura. O material pode ser liso, texturizado ou revestido de poliuretano. As duas últimas opções são as mais modernas e com menor risco de endurecimento”, observa.
O médico comenta que a melhor candidata para a colocação de prótese de silicone no bumbum é aquela que possui a região plana, achatada, sem volume ou vazia. Mas não se engane, a flacidez não é bem-vinda. “Se a pele estiver muito flácida ou o bumbum for caído é preciso fazer um lifting. A lipoescultura é recomendada quando é necessário definir os contornos sem aumentar o volume”, pontua o especialista, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Cirurgia e recuperação
A gluteoplastia de aumento, nome dado à cirurgia de implante de silicone no bumbum, dura em média uma hora e meia. A anestesia pode ser geral, peridural ou local com sedação. Na técnica preferida pelos cirurgiões é feita uma incisão de aproximadamente cinco centímetros entre as nádegas e a prótese é colocada dentro do músculo. “A parede muscular protege o implante e deixa o resultado mais natural. A cicatriz não é visível, pois fica entre os glúteos. A troca só é necessária se houver deslocamento ou algum outro tipo de alteração”, esclarece.
O repouso é fundamental após a intervenção. A paciente deve ficar deitada de bruços nas primeiras 24 horas e sentar somente 10 dias depois da realização do implante. As atividades físicas podem ser liberadas no terceiro ou quarto mês do pós-operatório. “A dor é minimizada com a ingestão de medicamentos prescritos pelo médico e no início é normal ter sensibilidade no local. Após a operação e a cinta modeladora deve ser usada por no mínimo um mês”, acrescenta Pacheco, mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser.


Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Fone:             41 3022-4646      
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR


Mamar no seio da mãe evita alterações musculares e ósseas na face das crianças.

A atração entre duas pessoas começa a partir de estímulos visuais. Uma olha a outra e, de maneira inconsciente, cada um analisa se aquele indivíduo pode ser um bom parceiro. A estrutura física deve ser harmoniosa e cada parte deve ser proporcional às demais, constituindo um corpo belo e atraente. O rosto não escapa desta avaliação. A face é a área mais visível do organismo e sua imagem fica gravada na memória, para diferenciar uns aos outros. A harmonia do rosto depende de vários fatores e os cuidados devem começar logo após o nascimento do bebê.
Segundo o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, a amamentação é fundamental para o correto desenvolvimento e crescimento do rosto. Ao se alimentar no seio da mãe, o bebê realiza movimentos que exercitam a respiração e a musculatura facial. A sucção do leite e a deglutição, ou ato de engolir, fortalece os músculos e direciona a formação dos ossos. “Enquanto a criança mama no seio materno, três necessidades estão sendo supridas. A primeira é a alimentação, a segunda é a exercitação da região bucal e a terceira é a satisfação psico-emocional”, explica o especialista, que atua na Köhler Ortofacial.
Enquanto o neném se alimenta no seio da mãe, são feitas de cinco a 30 sucções por minuto. A quantidade de movimentos depende do tamanho da fome. Gerson observa que a ação dos músculos só é feita da maneira adequada e saudável se houver a amamentação diretamente nas mamas. “O uso de mamadeira pode vir a ser muito danoso em termos de desenvolvimento facial normal. O fluxo do leite muda com os bicos artificiais, mesmo que tenham o chamado formato 'ortodôntico',  obrigando o bebê a alterar a posição da língua e a engolir de forma errada. Em longo prazo, há consequências para o rosto e as arcadas dentárias”, afirma.
A amamentação materna também influencia a fala. A fonoaudióloga Nilse Köhler, profissional que integra a equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial, ressalta que esta função da comunicação depende da correta estrutura muscular e óssea do rosto. O posicionamento da boca nos mamilos estimula os pontos articulados que produzirão os fonemas. “Amamentar não é apenas alimentar a criança, mas prepará-la também para falar. O fortalecimento e tonificação da língua, bochechas e lábios é essencial, já que estes músculos são responsáveis pela geração das palavras”, enfatiza.
Chupar os dedos, respirar pela boca e morder objetos - de forma continuada, crônica - são outras atitudes que prejudicam o desenvolvimento facial infantil. Isto acontece porque a função dos músculos faciais é alterada, modificando a estrutura óssea que tem muita plasticidade e começa a ser alterada em relação ao normal. “O rosto é a região corporal mais suscetível a deformações. Os pais devem dar atenção a este fato, pois tudo o que acontece na infância tem reflexos no futuro. Na fase infantil os ossos são extremamente maleáveis, portanto, se a ação muscular for inadequada, a base óssea também será”, esclarece Nilse, especialista em distúrbios funcionais orofaciais.

Respiração bucal é vilã do desenvolvimento do rosto
Gerson aponta que a respirar pela boca é uma das principais causas da alteração do crescimento facial. A respiração correta é caracterizada pelo uso das narinas que filtra, aquece e umidifica o ar inspirado e não deve ser feita pela boca. Caso a criança respire incorretamente, pode haver sintomas como baixo rendimento escolar, distúrbios do sono, irritabilidade, dores de cabeça, sonolência diurna e redução da concentração. “A respiração bucal provoca a geração progressiva de alterações ortopédicas e ortodônticas da região dentofacial e deve ser combatida precocemente”, alerta o ortodontista.
O acompanhamento com especialistas ajuda a identificar qualquer modificação no crescimento do rosto. Nilse recomenda cuidados precoces para garantir o desenvolvimento normal e harmonioso da face. A Monitoração Ortopédica da Face Pediátrica (MOFP) é uma boa estratégia. “A MOFP é uma maneira de prevenir e intervir precocemente nas alterações do rosto, que deve estar em sua melhor forma de beleza e funcionalidade, assegurando a saúde geral de todo o organismo. Bons hábitos devem ser estimulados na infância para que na fase adulta o corpo seja saudável”, acrescenta.



Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Fone: 41 3224.4883/3013-0183
Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42, Centro, Curitiba/PR.

Ter foco é fundamental para conquistar a almejada vaga de emprego.

O mercado de trabalho está cada vez mais exigente e a qualificação é fundamental para se destacar em meio à multidão. O currículo é a chave da porta de entrada da empresa e depende do candidato a abertura da fechadura. “O candidato deve ter diferenciais extracurriculares como idiomas, cursos de liderança ou comunicação, domínio de programas de informática e objetivos bem definidos sobre sua trajetória profissional”, destaca Bruno Juliani, master coach trainer pela Graduate School of Master Coaches (BCI-EUA) e diretor geral da Academia Brasileira de Coaching (Abracoaching).
O currículo serve de chamarisco para a entrevista, mas não é o suficiente para que o selecionador saiba qual é o melhor candidato. Por isso o momento da conversa olho no olho é fundamental. “O candidato deve estar preparado para enfrentar esta situação. É preciso pesquisar sobre a empresa e analisar quais as competências que podem contribuir com a organização. Outra dica é ter em mente três pontos fortes ou comportamentos para serem evidenciados, de maneira sucinta, caso seja feita alguma pergunta com relação a isso”, recomenda.
As empresas buscam profissionais completos e que estejam prontos para encarar os desafios organizacionais. Para se aproximar do cargo desejado, o candidato deve mostrar que está pronto para isso e que compreende a importância do trabalho em equipe. “O profissional é uma peça de uma engrenagem maior e cada parte é responsável pelo funcionamento adequado do todo. Os avaliadores buscam pessoas que queiram mais do que um salário no fim do mês, que busquem aumentar as suas experiências profissionais e ter sucesso e crescimento”, ressalta.
Na hora da entrevista o nervosismo é o grande vilão. Bons candidatos podem se auto-prejudicar se não houver o controle da situação. O ideal é manter a calma, falar de forma positiva e ser o mais honesto possível. “O candidato deve fazer perguntas sobre metas e objetivos e as questões devem ser feitas como se ele mesmo já tivesse sido contratado. Não é o momento para falar de assuntos sobre as obrigações da empresa para com o futuro colaborador”, ensina Juliani, que também possui formação em Trainer e Master Practitioner em Programação Neurolinguística.
O especialista explica que o tom da conversa depende do estilo do entrevistador. O candidato deve acompanhar este perfil – se o avaliador for mais informal e fizer perguntas pessoais não há problema em conversar de maneira informal. “Caso contrário, se o entrevistador tiver um perfil mais técnico e objetivo, o candidato deve ser mais sério e direto nas respostas. Gírias não devem fazer parte da conversa e o profissional que está concorrendo à vaga deve ser confiante, mas não a ponto de ser considerado marrento. Ter equilíbrio é essencial”, acrescenta.
Mesmo seguindo todas as dicas, muitos profissionais não conseguem ter êxito ao final do processo de seleção. Juliani enfatiza que o coaching é um método que pode ajudar a conquistar o cargo almejado. “Em várias situações o que falta é foco. A receita do sucesso é foco somado à ação. Ter foco é saber gerir de maneira eficiente o tempo, ter um objetivo como prioridade e eliminar as dispersões para alcançar o resultado mais rapidamente. A ação é fazer algo diferente para alcançar a meta, saindo da zona de conforto”, esclarece.
Para auxiliar quem deseja alcançar suas metas, a Academia Brasileira de Coaching oferece vários cursos de formação em coaching. Além disso, no site da instituição há diversos profissionais de coaching dispostos a ajudar pessoas na gestão de suas carreiras. Juliani observa que as pessoas buscam o curso para atuar como coaching profissional, se tornarem melhores gestores ou líderes ou para se tornar seu próprio coach. “A metodologia é internalizada e pode ser utilizada para beneficiar a vida pessoal e profissional. O treinamento é completo e ensina como alcançar e manter os resultados, um aprendizado importante para qualquer profissional”, pontua o especialista.

Academia Brasileira de Coaching
Bruno Juliani - Diretor Geral|Master Coach
(21)3619-8897|(21)9123-3029

Perda de audição compromete desenvolvimento, provoca zumbido e é irreversível.

No dia 07/04 é comemorado o Dia Mundial da Saúde, data ideal para dar atenção à saúde auditiva. A audição é o primeiro sentido do corpo humano a se constituir no bebê, quando ele ainda está dentro da barriga da gestante. Por isso, ao nascer, a criança é capaz de reconhecer a voz da mãe e do pai quando há estímulos sonoros durante a gestação. “É importante que os pais conversem com o bebê antes do nascimento para que ele acostume com o som destas vozes e se sinta mais protegido após o nascimento”, destaca a otorrinolaringologista e otoneurologista Rita de Cássia Cassou Guimarães.
Ouvir é fundamental para o desenvolvimento da comunicação, conhecimento do mundo ao seu redor por meio dos sons e desenvolvimento global do indivíduo. O reconhecimento dos sons, a identificação de objetos, a obtenção da fala e o aprendizado de conceitos dependem da audição. “As alterações que podem afetar a saúde auditiva podem prejudicar a educação da criança se não houver tratamento e acompanhamento adequado. As consequências da perda de audição são devastadoras”, observa a médica, mestre em clínica cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
No Brasil estimativas apontam que a cada mil nascimentos de três a cinco bebês nascem surdos, cerca de 15% das crianças em idade escolar possuem deficiência auditiva leve e 2% deste universo precisa usar aparelhos de amplificação sonora. “Até 75% das deficiências auditivas podem ser identificadas ainda na maternidade, com a realização do teste de otoemissões acústicas, mais conhecido como teste da orelhinha. Esta triagem ajuda a fazer o diagnóstico precoce, ampliando as chances da criança de ter uma vida saudável mesmo com a presença de algum problema auditivo”, destaca.
Outros balanços apontam ainda que cerca de 25 milhões de brasileiros tem diminuição do limiar auditivo, 60% dos distúrbios de comunicação estão relacionados com a deficiência auditiva e 90% dos casos tem sucesso no tratamento. “Existem várias estratégias para tratar a perda de audição, mas a prevenção é a forma mais eficaz de preservar a saúde auditiva. A exposição a barulhos intensos é uma das causas mais frequentes de deficiência auditiva e há inúmeras maneiras de prevenir os danos causados pelos ruídos, mas poucas para reverter às lesões”, alerta. 
A especialista destaca que a exposição a ruídos intensos ocorre diariamente. O barulho do trânsito, aviões, construções, aparelhos de som e máquinas pode ser responsável pelos problemas de audição que afetam parte da população. “Mesmo quem não trabalha em locais considerados de risco para a saúde auditiva está correndo perigo. Várias situações do cotidiano são prejudiciais para os ouvidos. Uma pessoa não deve ficar exposta por mais de oito horas a um som de 85 decibéis (dB NA), intensidade equivalente a uma avenida movimentada”, esclarece.
O som alto danifica as células sensoriais que estão localizadas dentro do ouvido. As lesões comprometem o funcionamento destas células, que podem acabar morrendo, deixando como consequência a perda auditiva. O organismo não é capaz de fazer a reposição destes elementos e nem de regenerá-los quando sofrem alguma alteração, por isso a deficiência auditiva é irreversível. “Além da perda, o indivíduo pode apresentar zumbido e intolerancia para sons. Os sintomas da redução da audição são sutis e percebidos somente quando o quadro já está em um estágio avançado”, afirma.
Em casos de perda auditiva de grau leve acompanhada de zumbido uma das estratégias utilizadas no tratamento é a indicação do Neuromonics. O método reduz o foco de atenção do zumbido por meio do enriquecimento sonoro. “O paciente utiliza um dispositivo que possui um cartão de memória, onde ficam gravado um som neutro e uma música conforme o perfil de audição do indivíduo. Estes sons reduzem a percepção do zumbido, o paciente sente que está no controle da situação e fica mais relaxado”, acrescenta Rita, coordenadora do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba).

Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães (CRM 9009)
Otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR
Telefone:  41-3225-1665     
Endereço: Rua João Manoel, 304 Térreo, Bairro São Francisco, Curitiba PR. 



GIPZ de abril mostra que o cérebro tem grande responsabilidade sobre a percepção do zumbido.

No dia 13/04 todas as pessoas que sofrem com zumbido já tem um encontro marcado com os profissionais do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba). A reunião será no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, a partir das 14 horas. “A entrada é gratuita e o evento tem como objetivo esclarecer dúvidas com relação ao zumbido, suas causas e consequências para o organismo”, explica a médica Rita de Cássia Cassou Guimarães, especialista em otorrinolaringologia e otoneurologia e coordenadora do grupo.
As reuniões acontecem sempre na primeira sexta-feira do mês, no período de março a dezembro, e tem a duração de duas horas. A primeira hora é reservada para a palestra, sempre ministrada por um dos especialistas do GIPZ, e em seguida os participantes podem fazer perguntas, compartilhar experiências e conhecer outras pessoas que também sofrem com o problema. “Em cada encontro é abordado um tema diferente. Se alguém perdeu alguma palestra durante o ano, não há com o que se preocupar, pois sempre fazemos uma pequena revisão do conteúdo para todos”, observa.
Devido ao feriado de Páscoa, o GIPZ de abril será realizado na segunda sexta-feira do mês. O tema do encontro é “Como explicar os diferentes graus de incômodo do zumbido” e Rita será a responsável pela aula. “O zumbido é um sintoma desencadeado por mais de 200 causas e não existe um ruído igual ao outro. Além disso, cada indivíduo percebe o zumbido de uma maneira diferente, já que o cérebro determina a sua persistência. Alguns pacientes não se incomodam com o barulho que surge no ouvido ou na cabeça. Outros se sentem desconfortáveis, a ponto de não conseguirem dormir direito ou realizar suas atividades normalmente”, esclarece.
Alguns fatores favorecem a percepção do zumbido, como o silêncio. Quanto menos barulho, mais atenção será dada ao ruído e mais incomodado o paciente irá ficar. O acompanhamento médico é fundamental. “O zumbido tem tratamento e os resultados garantem mais qualidade de vida ao paciente. É necessário diagnosticar todas as causas e adotar as estratégias mais adequadas para tratá-las”, ressalta o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, integrante do GIPZ.
Questões odontológicas, psicológicas, hormonais, doenças do labirinto, alterações vasculares, problemas musculares e aumento do colesterol podem causar zumbido. Como são várias causas é preciso fazer uma investigação criteriosa até identificar a origem do ruído. “O tratamento deve ser interdisciplinar, mas o primeiro profissional a ser consultado deve ser um otorrinolaringologista especialista no assunto, que irá fazer os encaminhamentos necessários”, acrescenta Köhler.


Serviço: Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba)
Próximo encontro: 13 de abril de 2012
Tema: Como explicar os diferentes graus de incômodo do zumbido
Palestrante: Rita de Cássia Cassou Guimarães, otorrinolaringologista, otoneurologista e coordenadora do GIPZ Curitiba
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
Agendamento de presença e mais informações:             (41) 3225-1665      
Entrada livre


Práticas são baseadas nos conhecimentos do coaching e promovem resultados positivos para o gestor e os colaboradores.

Ser o gestor de uma empresa não é fácil. É preciso dar o exemplo, compartilhar seus conhecimentos, saber ouvir, cobrar resultados na hora certa e lidar com todo o tipo de obstáculo. Mas é possível aprender a administrar melhor as situações presentes no ambiente organizacional. O curso Leader Coach, promovido pela Academia Brasileira deCoaching (Abracoaching), tem como objetivo estimular os gestores a adquirirem a postura de líder dentro da organização em todos os aspectos.

O programa incentiva o protagonismo de cada pessoa a partir do desempenho e a da sua evolução no cargo. Segundo Bruno Juliani, empresário, instrutor e diretor geral da Abracoaching, o curso difunde uma visão estratégica e aprofundada sobre o uso das ferramentas do coaching no cenário empresarial. “A formação ajuda a construir a base para desenvolver habilidades que possibilitem o trabalho com pessoas e otimizem o diálogo, o feedback, a performance e a produtividade”, garante.
O diferencial do curso é que os resultados são para o líder e os liderados, já que o gestor passa a compreender a percepção do próximo para poder ajudá-lo em seu desenvolvimento profissional. As 20 horas de programação são suficientes para preparar o gestor para lidar com todo o tipo de pessoa e situação relacionada ao trabalho. “O profissional estará apto a monitorar a produtividade dos colaboradores, estimular o desenvolvimento pessoal e a melhorar a relação entre desempenho e motivação, gerando equilíbrio nestes extremos”, ressalta.
O público alvo do Leader Coach são gestores em geral, diretores, gerentes, supervisores, coordenadoras, líderes e profissionais que querem dar suporte a outras pessoas. “O programa Leader Coach forma líderes que tenham a capacidade de desenvolver outros líderes e a busca de resultados tem foco nas soluções. O curso promove a integração das habilidades do coaching no papel da liderança, qualificação de profissionais para assumirem cargos mais relevantes, melhoria no desempenho como coach e o fortalecimento das redes organizacionais”, destaca.
Juliani observa que para ser um líder que promove a mudança é preciso outros caminhos para a comunicação e as habilidades desenvolvidas no coaching são fundamentais. “O coaching mostra que é preciso sair da zona de conforto, adquirir estratégias para alcançar as metas estabelecidas”, enfatiza o instrutor, Master Coach Trainer pela Graduate School of Master Coaches (BCI-EUA) e Trainer e Master Practitioner em Programação Neurolinguística.
O curso Leader Coach será realizado em Vitória, no Espírito Santo, nos dias 02 e 03 de abril. As aulas serão ministradas na Rede de Treinamento Empresarial pelo coach Juliani. Os participantes terão direito a certificado da Abracoaching, reconhecido pelo Behavioral Coaching Institute (BCI), se tornarão membro da academia e terão acesso a diversos outros benefícios.


Serviço: Curso Leader Coach
Realização: Academia Brasileira de Coaching (Abracoaching)
Instrutor: Bruno Juliani, diretor geral da Abracoaching, Master Coach Trainer pela Graduate School of Master Coaches (BCI-EUA) e Trainer e Master Practitioner em Programação Neurolinguística.
Data: 02 e 03 de abril de 2012
Horário: 09:00 às 19:00 horas
Carga horária total: 20 horas
Local: Rede de Treinamento Empresarial
Endereço: Rua José Alexandre Buaiz, 190- Salas 1206/1207. Ed. Master Tower Ensesada do Suá Vitória – ES – CEP 29050-918
Mais informações: (27)3019-2024 / (27) 9603-6002

Com base no respeito e na confiança, coach promove o reconhecimento do papel de cada indivíduo na família.


A família é a base fundamental para a formação de qualquer pessoa. As relações familiares, as experiências – positivas ou negativas – com os pais, irmãos, primos, tios e tantos outros parentes influenciam de maneira direta e indireta a vida. É preciso saber administrar os conflitos e as situações que envolvem a família. “Os pais devem ensinar as crianças desde cedo a sentir e a perceber quem elas são e o ambiente no qual estão inseridas”, explica João Alexandre Borba, master coach,  psicólogo e instrutor na Academia Brasileira de Coaching (Abracoaching).
A educação materna e paterna tem como foco a preparação para a vida adulta e, mesmo sendo essencial, este preparo acaba limitando o indivíduo. As crenças e valores disseminados no seio familiar afetam a integridade pessoal e as dúvidas sobre quem a pessoa deve ser surgem frequentemente. “Os aspectos mentais, emocionais e espirituais são influenciados pelo convívio familiar. Os valores de cada família são responsáveis pela aproximação de suas próximas gerações”, esclarece Borba, trainer em PNL, treinador comportamental e constelador familiar.
Borba ressalta que o indivíduo dificilmente consegue sozinho ter um distanciamento da identidade criada pelos valores familiares, o que impede o seu autodesenvolvimento. “O coaching familiar contribui profundamente para o autoconhecimento. O coach – instrutor de coaching – tem como missão ajudar o indivíduo a explorar suas qualidades e potenciais, promovendo uma mudança comportamental dentro do contexto familiar. É uma espécie de realinhamento do sujeito dentro de sua família, um trabalho muito bonito, que visa à saúde familiar”, enfatiza.
O coaching familiar atua de modo a motivar e estimular o coachee (o cliente) e o induz a refletir sobre determinados aspectos da convivência familiar. O seu papel na família e a sua influência em seus familiares são avaliados, sem críticas ou julgamentos. “O objetivo é aprimorar o comportamento pessoal por meio de questionamentos e técnicas que tem como foco a conquista de metas previamente definidas. O processo só é possível quando há confiança e respeito mútuo entre o coach e o coachee”, afirma Borba.
Não há como prever a quantidade necessária de sessões no coaching familiar, já que o atendimento é personalizado e único. Cada indivíduo precisa do seu próprio tempo. As mudanças são direcionadas para o caminho que a pessoa deseja trilhar e é feito um panorama para visualizar os fatores que impedem e os que aceleram as transformações. “O plano de ação é determinado em conjunto, com o coach e o cliente. O primeiro passo é entender a figura do pai e da mãe dentro da família e a sua própria percepção com relação a isso”, destaca.
O pai representa a estrutura e a força do ser humano, por isso o excesso de expectativa com relação as suas atitudes pode causar conflitos internos. A figura da mãe se mistura ao que o próprio indivíduo acredita ser, dificultando a percepção do papel materno. “O coaching familiar ajuda a desfazer este bloqueio, promovendo mobilidade para a mudança. Em geral, que busca o coaching quer resgatar a integridade pessoal e familiar, restaurar o equilíbrio e a harmonia e reestabelecer a confiança no ambiente familiar”, evidencia.
Respeito, paz, comunicação, apoio, confiança, amor e cooperação estão dentro da proposta da atuação do coaching familiar. As orientações são divididas em fases, para facilitar o processo. A primeira procura entender as necessidades e objetivos do indivíduo, a segunda propõe a construção de um relacionamento, a terceira é a criação do plano de ação, na quarta é feito um acompanhamento das atitudes do coachee e na quinta é feito o encerramento. “No final o coach e o cliente se reúnem para analisar o aprendizado e o sucesso obtido”, acrescenta. 
Academia Brasileira de Coaching
Bruno Juliani - Diretor Geral|Master Coach
(21)3619-8897|(21)9123-3029
atendimento@abracoaching.com.br
www.abracoaching.com.br

Para tratar os elementos que impedem o indivíduo de ser feliz, saudável e ter sucesso na vida, a psiquiatra Laís de Siqueira Bertoche utiliza a Terapia Transgeracional. “É um método desenvolvido por mim a partir de várias abordagens psicoterapêuticas como a Hipnoterapia Regressiva, também chamada de Terapia da Vida Passada, Constelação Familiar e a Terapia de Família. A Terapia Transgeracional tem como objetivo auxiliar o indivíduo a superar os traumas que o impede de viver livremente”, destaca a especialista, fundadora do Instituto de Terapia Transgeracional (ITT).
A aplicação da Terapia Transgeracional permite que qualquer pessoa ultrapasse seus medos e inseguranças, ajudando a superar as vivências traumáticas e os estados de depressão, ansiedade e angústia. “A superação destes bloqueios pode evitar o aparecimento de doenças psicossomáticas e auxiliar na manutenção do equilíbrio, sendo essencial para a cura dos estados de transe e possessão”, explica a médica, que também atua como homeopata e possui pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
No ITT são promovidos cursos de Formação em Terapia Transgeracional para a capacitação de terapeutas nessa abordagem terapêutica, realizados atendimentos com custos diferenciados, Constelações Sistêmicas Transgeracionais e palestras informativas. “Os atendimentos com preços especiais é feito na clínica social do instituto”, afirma Bertoche, que também atua como homeopata e possui pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
A clínica social do ITT tem duas funções fundamentais. A primeira é complementar a formação dos alunos e a segunda é atender a crescente demanda por esta abordagem terapêutica. A principal vantagem de ser atendido na clínica social é o valor mais em conta. “Os atendimentos são feitos pelos alunos do ITT e pelos terapeutas formados no instituto, sempre sob a minha supervisão. O tempo médio de tratamento é de 12 sessões, podendo ser prorrogado se houver necessidade. Cada encontro dura 50 minutos e as consultas podem ser semanais ou quinzenais”, conta.

Serviço: Terapia Transgeracional
Contato: Lais de Siqueira Bertoche
Cargo: Médica
Endereço: Av. N. S. de Copacabana, 664/805, Galeria Menescal, Portaria 3, Copacabana, Rio de Janeiro/RJ.

Com a aplicação da Terapia Transgeracional, profissionais mostram como superar traumas e se autoconhecer.

A saúde é o bem mais precioso que o ser humano possui e por isso cada um vive na constante busca pelo equilíbrio do seu corpo, mesmo que não tenha consciência disso. A psiquiatra Laís de Siqueira Bertoche explica que todas as doenças começam na mente e podem ser produzidas por três causas. “As enfermidades podem surgir por uma percepção equivocada do mundo, por um sistema de crenças limitadoras e por uma diminuição ou falta de vontade. Para uma pessoa ser saudável todas as partes do organismo devem funcionar em harmonia, conduzidas pela energia vital”, observa.
Bertoche esclarece que em todas as pessoas está presente uma força mantenedora da vida, que se expressa como o curador interno, e é fundamental compreender o sentido da própria existência. Para uns é necessário aprender a utilizar o livre arbítrio e fazer escolhas, enquanto para outros é preciso aprender a ser leve e não levar a vida tão a sério ou desenvolver o senso de justiça. “Cada indivíduo possui uma maneira de encontrar a razão da sua vida e se autoconhecer é descobrir seus recursos e abrir as portas para a autocura” aponta a médica, que também atua como homeopata e possui pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
Segundo a especialista, muitos dos sofrimentos são oriundos de traumas originários da família de origem e do campo do inconsciente coletivo. O medo de baratas, por exemplo, pode ser expressado em uma situação que não possui relação alguma com os insetos, provocando um estado de transe que é quebrado quando outra pessoa interfere no quadro. “A terapia ajuda a compreender o que aconteceu e após as sessões a pessoa não fica amiga das baratas, mas consegue se livrar delas, algo que antes parecia impossível”, ressalta.
A maioria das pessoas sofre durante muitos anos sem imaginar que seus medos podem ser curados. Bertoche aponta que estudar e compreender a origem do sofrimento e enfrentá-lo traz profundo alívio e paz para o corpo e para a alma. “Após a libertação do medo a energia vital consegue circular livremente, favorecendo o reestabelecimento da saúde. A experiência dos terapeutas transgeracionais pode ajudar neste processo”, evidencia a médica, que também atua como homeopata e possui pós-graduação em Terapia de Família, Hipnoterapia Regressiva e Constelação Familiar.
Existem várias técnicas de autocura para o corpo, a mente e o espírito. Neste contexto, o primeiro passo é se conhecer e perceber suas reais necessidades, afinal o único responsável pelo seu equilíbrio e harmonia física e espiritual é o próprio indivíduo. “Uma boa estratégia é sentar em silêncio e focar a atenção na região do coração, local de conexão entre o eu e a essência. A respiração deve ser pausada e confortável, estimulando a sensação de uma onda de bem-estar. Com tranquilidade, a pessoa deve perguntar a si mesmo como está se sentido e o que necessita. Com o prática será possível sentir, identificar e agir de modo adequado”, ensina Bertoche, fundadora do Instituto de Terapia Transgeracional (ITT).
As práticas que cuidam da mente e da psique são superiores às práticas que atentam apenas para o corpo, pois podem curar a essência dos sofrimentos que posteriormente se manifestariam como patologias e doenças difíceis de serem curados. “A Terapia Transgeracional utiliza várias abordagens com o objetivo de identificar os bloqueios que parasitam o campo áurico, gerados por pensamentos, estados e ações mentais e emocionais. O campo áurico é um campo de consciência que mantém o corpo físico em conexão com o corpo astral (emocional e mental concreto) por sintonia vibratória. O papel do psicoterapeuta é auxiliar o cliente a separar os elementos estranhos a este campo, liberando-os. Esses bloqueios podem estar relacionados a vidas passas, heranças familiares ou energias intrusas”, acrescenta.
Serviço: Terapia Transgeracional
Contato: Laís de Siqueira Bertoche
Cargo: Médica
Endereço: Av. N. S. de Copacabana, 664/805, Galeria Menescal, Portaria 3, Copacabana, Rio de Janeiro/RJ.

Síndicos e moradores devem ser unir para combater o Aedes Aegypti nas áreas internas e externas.

O verão começou no dia 21 de dezembro e, além das chuvas que assolam várias partes do país, trouxe sol e calor, clima perfeito para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, responsável pela transmissão da dengue. “A melhor forma de evitar a dengue é prevenir o nascimento dos transmissores. Por isso é importante que os moradores de condomínios e os síndicos estejam atentos aos cuidados que ajudam a manter o mosquito bem longe”, ressalta Carlos Samuel Silva Freitas, diretor comercial e de locações da PRIMAR Administradora de Bens.
O Aedes Aegypti é escuro, com listras brancas e é menor do que um pernilongo. O seu habitat de reprodução é criado quando há água parada e limpa. Normalmente os mosquitos da dengue picam durante o dia e não são possuem critérios para escolher as vítimas – homens, mulheres e crianças podem ser o alvo. “A comunicação é fundamental. O síndico pode promover uma campanha de conscientização em relação ao Aedes Aegypti e aos perigos que a dengue traz à saúde e estimular os moradores a participar de ações no condomínio”, recomenda.
A colocação de folhetos explicativos nos murais de avisos e nos elevadores pode ser uma estratégia eficaz no combate a dengue. O conteúdo deve apresentar ações que evitam a proliferação do mosquito na área interna dos imóveis e também nas áreas comuns. “A prevenção deve começar dentro do imóvel de cada condômino. Quem gosta de cuidar de plantas não deve deixar acumular água nos pratos dos vasos, sem contar que os recipientes devem ser lavados com uma bucha. Uma boa dica é substituir a água dos vasos por areia grossa umedecida”, destaca.
A dedetização interna também pode ser uma ferramenta contra a dengue. O procedimento deve ser feito por uma empresa especializada, que tenha profissionais com conhecimento técnico suficiente para eliminar os mosquitos adultos e as larvas. “A aplicação dos produtos deve ser feita no início da manhã ou no fim da tarde para obter melhores resultados. Antes da dedetização, o proprietário deve esclarecer todas as dúvidas com a empresa para evitar aborrecimentos posteriores”, observa Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da PRIMAR.
As áreas comuns, especialmente as piscinas, jardins, ralos externos, caixa d’ água e canaletas que drenam a água da chuva, merecem atenção especial. “Os síndicos devem estar sempre atentos. Nas lajes a água não ser obstruída por lixo, mato ou objetos que impeçam seu escoamento total. Já as canaletas, ralos externos e internos podem ser protegidos com uma tela de nylon, que evita a entrada dos mosquitos e seu contato com a água parada. Colocar duas colheres de sal uma vez por semana nestes locais é outra medida que evita o surgimento de focos do mosquito”, afirma Bárbara.
As calhas devem ser verificadas constantemente, principalmente após períodos de chuva. É necessário fazer uma boa limpeza e eliminar locais que acumulam água dentro da calha. O cuidado com as piscinas é básico – tratamento com cloro, na quantidade adequada de acordo com o volume de água. “Se a piscina não for utilizada com frequência o recomendado é reduzir a quantidade de água e aplicar cloro no mínimo uma vez por semana. Se por algum motivo for necessário esvaziar a piscina, os funcionários podem aproveitar para fazer uma limpeza profunda”, aconselha Bárbara.
Normalmente as áreas comuns possuem banheiros que são utilizados ocasionalmente. Neste caso os vasos sanitários devem ser mantidos sempre com a tampa fechada e a descarga deve ser acionada toda a semana. “Até mesmo o fosso dos elevadores deve ser verificado. Há a possibilidade de o local acumular água e se tornar um ambiente propício para a reprodução do mosquito da dengue. Todas as precauções são essenciais e o esforço coletivo, dos funcionários do condomínio e dos moradores, garante o sucesso no combate a dengue”, acrescenta Freitas.

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