Com mais opções de lazer e mais unidades habitacionais, condomínios aderem à terceirização de funcionários.

O mercado imobiliário brasileiro registrou um crescimento significativo nos últimos anos, sendo que especialistas apontaram um grande boom no setor. Os números comprovam o aumento no número de construções, lançamentos e negociações imobiliárias, o que tornou o Brasil o segundo lugar mais atraente para investidores estrangeiros. De acordo com dados da Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário, o país superou a China e os países europeus e passou a ser uma novidade para o mercado mundial no que diz respeito a aplicações em imóveis.
O interesse global no setor imobiliário brasileiro se deve a fatores como a realização de eventos esportivos – Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016 -, crescimento econômico e as garantias legais. Além da valorização do capital, a segurança para investir no Brasil e as boas oportunidades de retorno do investimento no mercado de imóveis contribuíram para intensificar o interesse dos investidores. “O bom momento do setor de imóveis se reflete em outros segmentos, como o de serviços”, ressalta o advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas.
Com este cenário positivo, atuar na área de produtos e serviços para residências e condomínios pode ser um bom negócio. As empresas que oferecem serviços terceirizados, como limpeza, portaria, segurança e manutenção, são uma boa opção para evitar transtornos com a contratação e demissão de funcionários. “Manter um colaborador exige o conhecimento da rotina administrativa e de recursos humanos para evitar questões trabalhistas na justiça”, observa Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens.
A contratação de profissionais terceirizados também evita o desgaste causado pelos processos de recrutamento e seleção, falta de funcionários e de capacitação. A comodidade é maior e o investimento é menor. “O dinheiro gasto com a gestão dos colaboradores é maior do que com a contratação de pessoas terceirizadas. Além disso, se por qualquer motivo o funcionário se ausentar do trabalho ou estiver em período de férias, a empresa que oferece o serviço terceirizado é obrigada a repor a mão de obra”, observa.
Com o aumento no número de opções de lazer e utilidades que os condomínios oferecem, é preciso ficar atento para otimizar o uso dos recursos e manter a eficiência do trabalho. Mecânicos, eletricistas, pintores e pedreiros são apenas alguns dos profissionais necessários para manter a estrutura física de todas as áreas do condomínio em dia. “As piscinas devem ser limpas com frequência, o jardim exige cuidados semanais e a dedetização e a desratização são serviços importantes para manter a limpeza, higiene e qualidade sanitária do empreendimento”, acrescenta.
O ideal é contratar uma empresa que oferece mão de obra especializada para toda a parte funcional de prédios residenciais e comerciais. A qualidade do serviço prestado deve ser observada e analisada de perto pelo síndico. “Se houver irregularidades ou as determinações do contrato não estiverem sendo cumpridas, o síndico ou a administradora do condomínio deve exigir a troca do profissional ou cancelar a contratação e procurar outra empresa. Algumas questões podem ser passíveis de processos judiciais”, afirma o especialista.
O segmento de seguros residenciais é outro que está se beneficiando do boom imobiliário. Com mais unidades habitacionais construídas e a sensação de insegurança nas grandes cidades, os moradores não querem correr o risco de terem prejuízos em seu patrimônio. “O seguro traz mais tranquilidade para a família e ainda ajuda a conservar o imóvel. O proprietário deve ler com atenção as cláusulas do documento contratual e ter conhecimento de todas as coberturas que estão inclusas no seguro. Isto ajuda a evitar surpresas em caso de sinistro”, recomenda. 

Primar Administradora de Imóveis
Endereço 1: Rua Arquias Cordeiro, N° 324, grupo 212, Méier, Rio de Janeiro – RJ.
Endereço 2: Rua Dalcídio Jurandir, 255, loja 125, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ.



Com imóvel alugado é mais fácil aceitar propostas de emprego ou estudo em outras cidades.

O velho dilema entre a compra ou o aluguel de um imóvel ainda permeia a vida de muitos brasileiros. Em alguns momentos os números da venda de edificações aumentam, em outros é o aluguel que fica mais atrativo. A decisão leva em conta diversos fatores, inclusive elementos que extrapolam os aspectos financeiros. “A renda familiar será um fator decisivo, mas as vantagens e desvantagens das duas opções também pesam na balança”, observa Carlos Samuel Silva Freitas, responsável pelo departamento comercial e de locações da empresa PRIMAR Administradora de Bens.
A compra de um imóvel é um negócio que marca a vida financeira por um longo período. Se for mal planejado, o financiamento pode comprometer a renda, atrapalhando o orçamento e prejudicando o comprador. Carlos Samuel afirma que dificilmente a compra é feita à vista. “As pessoas têm dificuldade para poupar dinheiro e comprar o imóvel, principalmente porque o valor total é muito alto. O financiamento surge como uma alternativa para adquirir o bem mais rapidamente e assim o comprador se obriga a pagar as parcelas”, explica.
As famílias nas quais os membros provedores, o pai e a mãe, possuem estabilidade na vida pessoal e profissional e não tem planos de mudar de cidade são as mais indicadas para a compra de uma casa ou apartamento. “O imóvel financiado exige um longo vínculo, de 10, 20, 30 anos. As vantagens de encarar o negócio é a possibilidade de ter uma moradia fixa, já que as mudanças afetam a vida social e a mobilidade da família, e o dinheiro pago nas prestações é uma forma de investimento – no final, o patrimônio será do comprador”, aponta.
Quem não gosta de ficar dependendo de terceiros também pode optar pela compra. Sem contar que o financiamento permite planejar o orçamento a longo prazo, tendo em vista que os valores das parcelas são previsíveis. “O problema são os juros embutidos nas prestações. O valor cobrado depende do momento financeiro do país. Para reduzir os juros, o ideal é dar uma boa entrada para a compra. Mas é bom lembrar que será preciso mais dinheiro para quitar os custos com a escritura, taxas administrativas e outras despesas”, acrescenta.
O aluguel é a opção mais recomendada para quem precisa de flexibilidade. Mesmo tendo que cumprir o período delimitado no contrato, é muito mais fácil trocar de moradia, cidade, estado ou até país quando o imóvel é alugado. “Caso o inquilino tenha urgência em encerrar o contrato, basta pagar a multa pré-estabelecida e fazer a mudança. Profissionais recém-formados, casais sem filhos e pessoas que moram sozinhas tem mais liberdade para dar continuidade aos estudos ou aceitar novos desafios na carreira profissional”, ressalta o especialista.
Os casais com filhos e as famílias que agregam vários parentes também podem se dar bem com o aluguel. Se a residência ficar pequena ou grande para as necessidades familiares, é só escolher outro que seja mais adequada a nova realidade. “A moradia fixa acaba impedindo ou adiando esta adequação. O aluguel ainda serve como um apoio durante o tempo de reflexão sobre qual o melhor imóvel para comprar. Quem pensa que alugar é perder tempo ou dinheiro, está enganado. Tudo depende das variáveis do negócio e do objetivo”, acredita.
Morar em um local mais badalado ou em uma casa com padrão mais alto fica mais fácil quando o imóvel é alugado. Em muitos casos, o valor para a compra de um bem excede o poder financeiro e os gastos com a manutenção do imóvel podem inviabilizar o negócio. “O proprietário é o responsável pela conservação de vários elementos da edificação, desde que não tenham sido danificados por mau uso do inquilino. Normalmente, o pagamento do aluguel compromete 30% da renda e os reajustes são semestrais ou anuais”, finaliza Carlos Samuel.

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Hábito pode ser - se mantido além do tempo normal -  responsável pelas alterações nos dentes, arcadas dentárias e na musculatura facial e prejudica desenvolvimento infantil.

Os pais, especialmente os de primeira viagem, não suportam ver seu bebê chorando sem parar. Embalos, carinhos e palavras doces às vezes não são o suficiente para acabar com o chororô e a chupeta ou a mamadeira são vistas como uma das alternativas mais eficazes para acalmar a criança. “O ato de sugar estes acessórios, assim como o bico do seio da mãe ou o dedo, está associado à necessidade de satisfação afetiva, de segurança e de sucção da fase oral”, explica o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, integrante da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial.
A fase oral é descrita como a época em que a criança descobre o mundo por meio da boca. Ela  começa - já havendo um treinamento" intra-útero -  no nascimento do bebê e dura até os dois anos. Nesta fase, todo o desenvolvimento está voltado para a região oral, por isso o seio da mãe funciona também como um conforto emocional, sensação que também pode ser obtida com a chupeta. “O objeto deve ser usado ocasionalmente e o hábito deve ser removido, de maneira gradual, até no máximo dois anos de idade. Mesmo com uso regulado, a criança corre  riscos de sofrer com os malefícios de chupar chupeta”, observa a fonoaudióloga mioterapeuta orofacial Nilse Köhler.
Alterações na arcada dentária, mastigação, deglutição, respiração, fala, articulações, músculos da face e deformações nos ossos do rosto são alguns dos problemas relacionados ao uso da chupeta, da mamadeira e do hábito de chupar os dedos. “Os efeitos danosos dependem da frequência, duração e da intensidade destes hábitos. O desenvolvimento bucal pode ficar comprometido. A criança pode apresentar respiração bucal, má-oclusão dentária, posicionamento incorreto da língua e enfraquecimento da musculatura facial, o que por sua vez aumenta os riscos de distúrbios do sono e outras patologias”, alerta.
As funções realizadas com a boca, como a comunicação verbal, a respiração e a alimentação também são prejudicadas. Bebês que ficam muito tempo com a chupeta na boca se expressam menos, já que o choro é considerado um dos diversos fatores que estimula o desenvolvimento da linguagem. Além disso, se a língua estiver posicionada inadequadamente, a criança tem dificuldade para articular as palavras e os sons produzidos são distorcidos e de difícil compreensão. “As deformidades na musculatura e nos ossos da face podem afetar a passagem do ar, provocando mudanças na forma de respirar”, explica o professor Gerson Köhler.
As alterações nas arcadas dentárias e nas posições dos dentes dificultam a mastigação e a deglutição. Sem triturar direito os alimentos, o indivíduo não se sente saciado e come mais do que deveria, favorecendo o excesso de peso e o surgimento de doenças ligadas à obesidade. “Os estímulos relativos à saciedade demoram cerca de 20 minutos para chegar até o cérebro. Quanto mais a comida for mastigada, mais saciada a criança se sentirá e a absorção de nutrientes será mais efetiva. Uma boa alimentação também depende da maneira como a mastigação é feita”, esclarece.
Outro problema causado pela chupeta é o desmame natural precoce. Ao chupar o objeto, o bebê se acostuma com uma forma diferente de sucção, que não é nutritiva e exige outro posicionamento da língua. No momento de mamar no peito, ele sentirá mais dificuldade para sugar o leite e se alimentará menos. “A mamadeira também pode incentivar o uso de chupeta, pois não exige esforço muscular para a sucção. A criança satisfaz a sua necessidade de alimento, mas não a de sucção. É sempre bom lembrar que a amamentação materna é fundamental para a saúde geral dos bebês”, enfatiza Juarez Köhler, também especialista da equipe clínica.
Gerson ressalta que chupar os dedos pode ser ainda mais danoso do que a chupeta. Os dedos estão sempre disponíveis e exercem força contra os dentes, ocasionando defeitos na formação da arcada dentária superior (situada no osso maxilar) e projetando os dentes superiores. “Assim que as alterações forem percebidas é necessário fazer o acompanhamento com um ortodontista pediátrico ou ortopedista facial. As consultas podem ter início a partir dos três ou quatro anos de idade ou mesmo antes, se necessário. O tratamento precoce minimiza os malefícios à saúde e é capaz de redirecionar o crescimento incorreto dos dentes, das arcadas dentárias e dos ossos da face”, acrescenta.

Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Fone: 41 3224.4883/3013-0183
Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42, Centro, Curitiba/PR.


Especialista, que irá fazer curso de atualização em distúrbios do sono, explica a relação entre o sono e a odontologia e a sua importância para viver saudável.

Em qualquer área profissional é fundamental se manter atualizado e participar de cursos, congressos, palestras e outros eventos que enriqueçam e ampliem a formação especializada. O ortodontista e ortopedista facial Gerson I. Köhler acredita que é extremamente importante conhecer as novidades do seu campo de atuação. “Assim como na Medicina, na Odontologia e na Ortopedia Facial são realizados diversos estudos científicos constantemente e é preciso ter contato com as descobertas, novas metodologias e tratamentos para beneficiar os pacientes”, afirma.
A atuação do professor Köhler não se limita ao diagnóstico e tratamento das anomalias dentofaciais, mas também inclui o trabalho em contexto interdisciplinar de modo a intervir em questões relacionadas à boca e a face como um todo e que podem gerar consequências para a saúde em geral. “Distúrbios do sono, zumbido e dores de cabeça tensionais são apenas algumas das patologias e distúrbios funcionais que podem ter relação com a musculatura facial, as arcadas dentárias, os dentes e os demais órgãos e partes ósseas que fazem parte do rosto”, explica o ortodontista.
Por este motivo, o especialista irá participar do curso “Excelência em Odontologia dos Distúrbios do sono”, nos dias 28, 29 e 30 de junho, em São Paulo. O curso faz parte de um programa de educação continuada de alto nível, com professores da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). “Será uma ótima oportunidade de atualização científica, diagnóstica e terapêutica em distúrbios obstrutivos do sono, como ronco e apnéia”, conta. O primeiro dia será destinado à discussão sobre a prescrição dos diversos tipos de aparelhos intrabucais e a correta interpretação das informações da polissonografia, o segundo será para atualização científica e o último abordará aspectos cirúrgicos.
A programação do curso inclui orientações sobre o tratamento dos distúrbios do sono com aparelhos intrabucais, critérios para a escolha dos dispositivos que devem ser oferecidos, a relação entre os problemas do sono e o bruxismo e os diversos aspectos elucidantes da polissonografia. O encontro também abordará a Odontologia do Sono, novos cuidados no planejamento terapêutico e seu sequenciamento (período de observação e controle), quando a cirurgia é necessária e aspectos da rotina clínica em um consultório odontológico que possui ênfase na Medicina do Sono. Mesas redondas, painéis e iniciativas e experiência de sucesso farão parte da dinâmica do curso.

Boas noites de sono garantem uma vida saudável
Köhler, docente de pós-graduação convidado (UFPR) desde 1988, membro da Sociedade Brasileira de Sono e também  do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba), esclarece que dormir bem é primordial para viver bem, pois o sono corresponde a um terço da vida. “Este terço é responsável pela qualidade dos outros dois terços, ou seja, do período no qual estamos acordados. É durante o sono que o organismo descansa, os órgãos se recuperam do esforço realizado durante o dia, a memória é consolidada, o sistema nervoso central é amadurecido e as funções ligadas ao metabolismo anabólico se realizam”, esclarece.
O ronco é o sintoma mais conhecido e que evidencia as perigosas doenças do sono. Estes distúrbios comprometem a saúde do organismo e podem aumentar o risco de doenças como obesidade, problemas cardiovasculares e fadiga crônica. “Em casos de apnéia obstrutiva do sono ocorre à interrupção da respiração, reduzindo a oxigenação do cérebro. Impotência sexual, depressão e ansiedade são alguns dos sintomas que podem surgir e, sem tratamento, a apnéia pode levar o paciente a morte”, ressalta Köhler, também especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares.
A apnéia impede que o sono progrida para as suas fases mais profundas, prejudicando o desenvolvimento do corpo e o descanso. Mesmo que a entrada de ar não seja interrompida totalmente, o seu fluxo pode ser reduzido de 30% a 50%, caracterizando a hipopnéia. “O paciente pode relatar outros sintomas como sudorese noturna, dores de cabeça pela manhã, redução da libido e problemas de memória. Estudos científicos indicam que a apnéia ainda pode elevar a pressão arterial, o que exige o acompanhamento e o uso de medicamentos para controlar o fluxo sanguíneo”, acrescenta.
Os distúrbios do sono podem ser causados - já desde a infância - pelo crescimento exagerado das amígdalas e da adenoide e aspectos da estrutura dos ossos da face - pessoas com queixo e mandíbula pequenos (o chamado retrognatismo mandibular) são mais propensas a sofrer com as doenças do sono. “O diagnóstico pode ser feito com a polissonografia e o tratamento deve ser realizado em parceira com profissionais da Odontologia do Sono e da Medicina do Sono. O uso de aparelhos intrabucais contribuem para melhorar a vital passagem de ar em direção aos pulmões”, finaliza o ortodontista, que atua na equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial.

Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
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Alterações nos ossos da boca e da face podem ser melhor diagnosticadas com a realização de exames por imagem em terceira dimensão.

Uma boca saudável depende dos cuidados diários e das visitas regulares ao odontólogo. Os dentes, a língua, a gengiva e todas as suas estruturas precisam estar em sua melhor forma para exercer corretamente as suas funções. “A Ortodontia e a Ortopedia Facial são especialidades da Odontologia. A primeira está relacionada com a correção dos dentes em relação a suas posições nas arcadas ósseas e destas entre si. O segundo ramo busca corrigir as relações desarmônicas entre as bases ósseas do rosto, atuando durante a fase de crescimento e desenvolvimento do rosto das crianças”, explica o ortodontista e o ortopedista facial Gerson Köhler, integrante da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial.
A correção da posição dos dentes e da relação entre os ossos maxilares (na verdade maxila e mandíbula)  é fundamental para a saúde do corpo como um todo, é necessária para o bem estar de todo o organismo. Localizadamente, por sua vez, o posicionamento inadequado dos dentes em suas arcadas dificulta a limpeza, favorece a perda precoce de dentes e o surgimento de doença periodontal e pode - também, em determinadas circunstâncias  - provocar estresse em excesso aos músculos mastigatórios. “Quando a musculatura mastigatória é exigida de maneira excessiva, o corpo reage por meio de dores de cabeça, problemas nas articulações temporomandibulares (ATMs) e dores no pescoço, ombros e costas”, observa.
Além de trazer benefícios funcionais e sobre a saúde em geral, os cuidados com a boca aumentam a auto-estima e são importantes para manter uma boa aparência. “O indivíduo se sente incomodado ao perceber que o seu sorriso não está dentro dos padrões da normalidade. A boca está envolvida na comunicação, respiração e alimentação e seu estado afeta diretamente estas funções vitais. Por isso é essencial diagnosticar e tratar precocemente as anomalias dentofaciais”, destaca o professor Gerson, também especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares.

Exames em 3D contribuem para o diagnóstico de anomalias dentofaciais

Juarez Köhler, especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial que também faz parte da equipe da Köhler Ortofacial, informa que os exames por imagem são imprescindíveis para o diagnóstico e a prescrição de tratamento ortodôntico e ortopédico facial. “Antigamente as imagens radiográficas eram as ferramentas mais utilizadas pelos profissionais para identificar as alterações no crescimento dos ossos e no posicionamento dos dentes. Atualmente estão sendo usados os exames de imagem por tomografia 3D”, aponta. E reitera, um grande avanço dentro do campo dos exames por imagem do rosto humano.
A tomografia 3D – denominada tecnicamente em inglês de Cone-beam Computed Tomography – Tridimensional (CBCT-3D) – é considerada uma revolução diagnóstica na área. Este avanço foi possível graças ao progresso da tecnologia, da engenharia de imagens e dos softwares especializados. “A interpretação das anomalias dentofaciais é mais assertiva com este exame, já que ele mostra a região craniofacial em um contexto global. A tomografia 3D ainda é capaz de reduzir a área de radiação para atingir somente os locais de interesse específico”, esclarece Juarez.
Para Gerson,  as principais vantagens da tomografia 3D são a precisão e a abrangência do diagnóstico, o que permite o planejamento de estratégias mais eficazes para o tratamento. O exame, associado à análise clínica e ao histórico do paciente, também traz segurança ao profissional. “A imagem em terceira dimensão possibilita a avaliação de alterações que comprometem outras regiões, como os distúrbios das articulações craniomandibulares e a sua interação com o nariz e as vias aéreas superiores”, ressalta o especialista, professor convidado da pós-graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) há mais de 23 anos.
As imagens 3D também são úteis em casos de fraturas nas regiões craniofaciais e dentofaciais, implantes osteointegráveis, distúrbios do sono e em outras questões médicas e odontológicas. “A qualidade das imagens é altíssima e para garantir a segurança do paciente é usada uma baixa dosagem de radiação”, complementa Gerson, que escreveu um capítulo especial no livro “Diagnóstico 3D em Ortodontia”, lançado recentemente e coordenado por Maurício Accorsi, ortodontista e Leandro Velasco, médico e cirurgião maxilofacial.

Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
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Café Empresarial traz especialista para falar sobre como a internet pode se tornar uma boa fonte de conhecimento.

No próximo dia 03 de julho, será realizada mais uma edição do Café Empresarial. Com o tema “E.S.S.E. Mundo Digital”, a palestrante Evelyn Eisenstein irá falar sobre ética, segurança, saúde e educação no cenário atual. O evento terá início às 18:30, com um Welcome Coffee para os participantes e a palestra será iniciada às 19:00 horas.
A palestra tem como objetivo estimular reflexões sobre a internet e o seu uso. A médica Evelyn Eisenstein irá falar como tornar os meios digitais em fontes mais seguras, éticas, educativas e saudáveis para a disseminação de conteúdos. Entre os desafios estão o Tecnoestresse e os transtornos de comportamento causados pela dependência da internet, temas que serão abordados no encontro. A palestrante também irá expor as preocupações com relação ao sedentarismo, dietas e obesidade e as receitas digitais.
Aspectos relacionados à postura do indivíduo, lesões por esforço repetitivo (LER), violência online, cybercrimes e questões ligadas ao uso da internet, ética e valores na era digital são outros assuntos importantes que também serão tratados durante o evento. “As vagas são limitadas e quem quiser participar deve enviar a inscrição online e confirmar a sua presença. A participação é gratuita e toda a comunidade é bem-vinda”, declara Letícia de Freitas e Castro, gerente de eventos do Centro Empresarial Rio.
Evelyn Eisenstein é médica, professora adjunta de pediatria e clínica de adolescentes, coordenadora do Telemedicina e do Grupo de Interesse Especial em Saúde & Medicina de Crianças e Adolescentes da Rede Universitária de Telemedicina (Rede RUTE), diretora da Clínica de Adolescentes e do Centro de Estudos Integrados Infância, Adolescência e Saúde (CEIIAS) e autora do livro Geração Digital, riscos e benefícios das novas tecnologias.
Café Empresarial
O Café Empresarial, criado em 2006, é um evento promovido pelo Centro Empresarial Rio que traz palestras e debates conduzidos por especialistas em diversos assuntos. Os encontros são gratuitos e o objetivo é trazer informações úteis para a sociedade, integrar as empresas e empresários e criar uma rede de serviços e oportunidades. O evento é realizado no Centro de Convenções do Centro Empresarial Rio.


Serviço
Café Empresarial
Data: 03.07.2012
Horário: a partir das 18:30
Tema: “E.S.S.E. Mundo Digital”
Palestrante: Evelyn Eisenstein
Local: Praia de Botafogo, 228, 2ª andar, Botafogo – Rio de Janeiro (RJ)
Confirmação de presenças: www.cerconvencoes.com.br
Mais informações: (21) 2554-8182

Além de provocarem sensação dolorosa, otites podem prejudicar a audição.

Otite é o termo médico que designa as infecções que afetam os ouvidos. As otites podem se desenvolver nos ouvidos externo ou médio. “A otite externa é associada à proliferação de bactérias. O desenvolvimento destes micro-organismos é causado pela entrada de água no canal auditivo durante banhos na piscina ou mar e também pela inserção de objetos nos ouvidos”, explica a médica Rita de Cássia Cassou Guimarães, especialista em otorrinolaringologia e otoneurologia e mestre em clínica cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
A médica alerta que a introdução de objetos nos ouvidos, como hastes de algodão, favorece o surgimento de infecções, já que eles podem empurrar a cera para o interior do canal auditivo. O resultado é a retenção de água e o surgimento de fungos e bactérias. “Os ouvidos devem ser secos com uma toalha limpa e o dedo não pode entrar lá dentro da orelha. A secagem deve ser feita somente na parte externa. Isso evita lesões no tímpano e outras consequências danosas para o órgão e suas funções”, observa Rita, fundadora do Centro de Zumbido Curitiba.
A otite média é caracterizada pela inflamação da mucosa do ouvido médio. As queixas do paciente são febre, acúmulo de secreção na região e sensação dolorosa intensa. Sinusite, gripe, rinite alérgica e hipertrofia das amígdalas e da adenoide podem causar o problema. “A infecção respiratória congestiona as vias aéreas superiores e a passagem de ar para os ouvidos fica bloqueada por causa do excesso de secreção. Neste caso, o recomendado é tratar a otite média e também a doença que afeta o sistema respiratório”, ressalta a especialista.
A classificação das otites depende da evolução da infecção e da duração do processo inflamatório. A aguda, apesar ser mais dolirosa, é considerada mais amena e a crônica é grave, exigindo uma atenção ainda maior. Seguir as orientações médicas é fundamental para eliminar a enfermidade. “É importante seguir as orientações corretamente e fazer todo o tratamento. A interrupção das estratégias indicadas pelo médico pode comprometer a saúde dos ouvidos”, avisa Rita, coordenadora do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba).
O uso de receitas caseiras para tratar qualquer doença nos ouvidos é reprovado pelos profissionais da área. É essencial procurar um médico assim que surgirem dores, coceiras intensas ou alterações na audição. Utilizar protetores auriculares para evitar a entrada de água é outra forma de proteger o canal auditivo. “As otites são comuns na infância e os pais devem ficar atentos aos cuidados básicos com os ouvidos para evitar este tipo de doença”, destaca Rita, coordenadora do Ambulatório de Zumbido do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Evite:
- Usar hastes de algodão;
- Coçar ou limpar os ouvidos com objetos pontiagudos;
- Acúmulo de secreção no nariz e na garganta;
- Amamentar o bebê na posição deitada, pois o leite pode entrar na tuba auditiva e provocar otites;
- Usar receitas caseiras para tratar o problema;
- Entrada de água no canal auditivo.

Sintomas que podem denunciar a presença de otites:
- Dores nos ouvidos;
- Diminuição da audição;
- Coceiras;
- Secreções de qualquer tipo;
- Febre;
- Vômitos;
- Redução do apetite;
- Diarreia.

Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães (CRM 9009) 
Otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR 
Blog: http://canaldoouvido.blogspot.com 
Email: ritaguimaraescwb@gmail.com 
Telefone: 41-3225-1665 
Endereço: Rua João Manoel, 304 Térreo, Bairro São Francisco, Curitiba PR. 

Encontro com especialistas irá esclarecer a relação entre o zumbido, a perda auditiva e a hipersensibilidade a ruídos.

No dia 06 de julho, as pessoas que sofrem com zumbido tem um encontro marcado com os profissionais voluntários que fazem parte do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba). A reunião começa às 14 horas e será realizada no 5º andar do anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba (PR). A participação é gratuita e toda a comunidade é convidada a estar presente na palestra que terá como tema as “Relações entre zumbido, intolerância a sons e perda auditiva”.
O GIPZ Curitiba é formado pela otorrinolaringologista e otoneurologista Rita de Cássia Cassou Guimarães, pelo ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, pela fisioterapeuta Vivian Domit Pasqualin, pela psicóloga Lesle Maciel e Daniela Matheus e pela fonoaudióloga Izabella Pedriali de Macedo. A primeira parte do encontro é destinada a palestra, que no mês de julho será ministrada pela fonoaudióloga Izabella. Na segunda parte, todos os especialistas do grupo estarão à disposição para o esclarecimento de dúvidas relacionadas ao zumbido.
A otorrinolaringologista Rita, coordenadora do GIPZ Curitiba, ressalta que nove em cada 10 pacientes com zumbido tem perda de audição e é importante esclarecer esta relação claramente. “Infelizmente, muitos profissionais que não tem conhecimento suficiente sobre o zumbido disseminam informações incorretas sobre o problema. Entre os mitos mais comuns estão que o zumbido causa surdez e que ele não tem cura. Mas os pacientes podem ficar tranquilos, pois nenhuma destas afirmações são verdadeiras. A verdade é que a perda auditiva aumenta os riscos do surgimento do zumbido”, destaca.
Considerada a principal causa de zumbido, a perda de audição deve ser tratada de maneira precoce para otimizar os resultados do tratamento e evitar sequelas. As lesões que comprometem as estruturas do ouvido são irreversíveis e os cuidados com a saúde auditiva são fundamentais em qualquer idade. “O zumbido é um sintoma que denuncia algum problema ou patologia auditiva e distúrbios que prejudicam a saúde em geral, como alterações metabólicas e problemas cardiovasculares. Ele é mais comum em idosos, mas pode surgir em qualquer fase da vida”, observa.
Rita explica que a ausência de sons nas vias auditivas estimula o cérebro a perceber com mais intensidade e frequência os ruídos internos do organismo. O zumbido é um som percebido na cabeça ou nos ouvidos sem fonte externa, por isso a perda de audição aumenta a sua percepção. “Na maioria dos casos de pacientes com problemas auditivos e zumbido, é indicado o uso de aparelhos de audição. Eles quebram o silêncio e preenchem os ouvidos com som, ocupando a atenção do cérebro. Desta forma, o zumbido fica em segundo plano e o paciente passa a ter mais qualidade de vida”, afirma.
A hipersensibilidade aos sons é outra queixa comum entre as pessoas que sofrem com zumbido. A sensibilidade é resultado de lesões na cóclea, estrutura interna do ouvido ou das vias auditivas, que também podem favorecer o aparecimento do zumbido. “Quatro em cada 10 pacientes com zumbido têm hipersensibilidade auditiva. As principais recomendações nestes casos é evitar o silêncio e nunca usar tampões ou objetos que impeçam a entrada de sons nos ouvidos, pois eles acabam forçando a amplificação dos ruídos que estão abafados. Sem barulho, as vias auditivas ficam destreinadas, agravando a situação”, alerta Izabella.
A fonoaudióloga aponta que o paciente que apresenta intolerância a sons deve ser submetido a uma série de exames que identificam o tipo de hipersensibilidade. A partir dos resultados é possível indicar o tratamento mais adequado. “São quatro tipos de hipersensibilidade: a hiperacusia, a fonofobia, a misofonia e o recrutamento auditivo. Cada um possui uma forma de intolerância, por isso as estratégias de intervenção são diferentes. Algumas pessoas relatam que nem mesmo os sons do cotidiano, em níveis normais, são suportáveis e causam muito desconforto”, acrescenta.

Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães (CRM 9009) 
Otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR 
Blog: http://canaldoouvido.blogspot.com 
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Telefone: 41-3225-1665 
Endereço: Rua João Manoel, 304 Térreo, Bairro São Francisco, Curitiba PR.

Ruído pode comprometer vida pessoal e profissional e está relacionado a mais de 200 causas diferentes.

Quando uma pessoa está doente, fica ansiosa para detalhar todos os seus sintomas ao médico, que utiliza várias ferramentas para avaliar a saúde do paciente. Se o sintoma não pode ser detectado pelo profissional e sua existência só é percebida pelo indivíduo, aumenta a sensação de impotência diante do problema. “O zumbido é um exemplo. Ele é um ruído que pode surgir na cabeça ou nos ouvidos sem a presença de uma fonte externa. Somente o paciente ouve o barulho”, explica a otorrinolaringologista Rita de Cássia Cassou Guimarães.
Para entender o zumbido é necessário compreender como funciona o sistema auditivo. De maneira resumida, Rita esclarece que os estímulos captados pelo ouvido são enviados para o cérebro, que interpreta os sons do ambiente, os barulhos do cotidiano e a fala. “Se houver algum distúrbio nas funções auditivas, há grandes chances do indivíduo ouvir sons produzidos dentro do corpo. Este conflito de informações provoca o zumbido, que não é uma doença, mas um sintoma de que alguma coisa está errada”, observa a médica, especialista em otoneurologia.
O zumbido afeta 17% da população mundial, especialmente os idosos, e mais de 200 fatores são associados ao seu aparecimento. Alterações metabólicas, problemas cardiovasculares, excesso de contração muscular, questões odontológicas, medicamentos, estilo de vida inadequado e doenças do ouvido são algumas das causas, sendo que a perda de audição é a mais frequente. “Nove em cada 10 pacientes tem perda auditiva. O zumbido não causa surdez, mas o contrário é verdadeiro, ou seja, a surdez provoca zumbido”, destaca Rita, coordenadora do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GIPZ Curitiba).
As repercussões na vida do paciente vão desde dificuldades de concentração, problemas no sono, alterações na vida social e profissional até estados de ansiedade e depressão. Estas consequências dependem do grau de incômodo que o ruído provoca. “A percepção do zumbido está ligada ao sistema límbico, responsável pelas emoções. Quando sensações e emoções negativas estão ligadas ao sintoma, o cérebro dá mais atenção ao zumbido, prejudicando a qualidade de vida do paciente, com reflexos sobre a saúde geral do organismo”, enfatiza.
Em 80% dos casos, o ruído, também denominado tinnitus ou tinido, é bloqueado pelo cérebro e o indivíduo não sente incômodo. Em 15% dos pacientes o zumbido é percebido pelo sistema límbico e pelo cérebro, causando desconforto. “O zumbido incapacitante é aquele percebido pelos sistemas límbico e nervoso autônomo e pelo cérebro, comprometendo as atividades cotidianas de 5% dos pacientes. Os principais objetivos do tratamento são bloquear a percepção consciente do ruído e trazer qualidade de vida ao paciente”, esclarece.
O tratamento do zumbido varia conforme a causa e mais de um fator pode ser responsável pelo sintoma no mesmo paciente, por isso a intervenção deve ser interdisciplinar. Fisioterapia, Odontologia, Psicologia e Fonoaudiologia são algumas das áreas que atuam em conjunto com a Otorrinolaringologia para tratar pacientes que sofrem com o ruído. “É feita uma investigação cautelosa e profunda para diagnosticar corretamente as causas do zumbido. Após a identificação desses fatores, o tratamento mais adequado é prescrito, como o uso de aparelhos auditivos, terapia sonora e outras estratégias”, acrescenta.
Centro de Zumbido Curitiba completa 11 anos
Criado pela especialista Rita de Cássia em 2001, o Centro de Zumbido Curitiba atende pacientes com zumbido conforme o protocolo de avaliação médica e fonoaudiológica do neurocientista polonês Pawel Jastreboff, profissional de destaque nesta área. A médica se especializou em zumbido com o curso de formação em Tinnitus Retrainning Therapy, na Emory University, nos Estados Unidos e também fez cursos com a professora e doutora Tanit Ganz Sanchez. “O centro oferece avaliação e tratamento especializado para pessoas com zumbido, surdez e desequilíbrio corporal”, conta.
O centro ainda avalia o zumbido em pacientes candidatos ao implante coclear, implante de tronco cerebral ou implante auditivo ancorado no osso (BAHA). O lugar se tornou referência para o tratamento do ruído e com base no protocolo de atendimento usado no centro, foi criado o Ambulatório de Zumbido do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), coordenado por Rita. “Estou sempre participando de palestras, congressos e eventos da área para me manter atualizada e proporcionar aos pacientes resultados cada vez melhores e com estratégias menos invasivas”, finaliza. 

Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães (CRM 9009)
Otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR
Telefone: 41-3225-1665   
Endereço: Rua João Manoel, 304 Térreo, Bairro São Francisco, Curitiba PR.

Desenvolvimento pessoal e profissional é destaque do treinamento

Devido ao sucesso do Curso de Formação e Certificação Internacional Professional Coach da Academia Brasileira de Coaching (ABRACOACHING), a academia irá abrir uma turma extra na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ). A primeira etapa do treinamento será realizada nos dias 28, 29 e 30 de junho e 01 de julho. A segunda fase, de 02 a 05 de agosto. “Nos primeiros dias, os alunos aprendem a base do coaching. Na segunda parte são abordados conteúdos mais aprofundados”, observa Bruno Juliani, instrutor e presidente da Abracoaching.Juliani explica que o intervalo entre as etapas é fundamental, pois os alunos aplicam o que aprenderam em sala de aula e anotam todas as dúvidas e dificuldades, que serão esclarecidas na segunda fase. O coaching é considerado a mais moderna metodologia de gestão do comportamento. “O coaching tem foco no desenvolvimento pessoal e profissional. Quem faz o curso de formação se torna professional coach e está habilitado para atuar com este método. Uma formação sólida, com uma instituição reconhecida, como a ABRACOACHING, é fundamental para a atuação de coaches sérios”, ressalta Juliani.Os melhores coaches são aqueles que acreditam e vivenciam os benefícios do coaching e querem disseminar este conhecimento. As práticas desta metodologia são reconhecidas e aprovadas por diversas instituições internacionais. O curso de formação proporciona mais do que uma outra área de atuação na carreira, também incita a adoção de uma nova filosofia de vida, que proporciona a realização de sonhos e a conquista de metas. “Quem tem a oportunidade de usufruir dos benefícios gerados por esta prática passa a viver de outra forma”, acrescenta.Segundo Juliani, a Academia Brasileira de Coaching utiliza o material desenvolvido pelo Behavioral Coaching Institute (BCI) em seus treinamentos, um instituto de referência mundial em coaching. Entre os principais diferenciais do curso promovido pela Abracoaching estão a certificação internacional pelo BCI, a publicação, após a formação, de um perfil personalizado para cada aluno como coach no site oficial da academia, a criação de um e-mail exclusivo da instituição (seunome@abracoaching.com.br), um site com domínio próprio na internet com até cinco páginas e apoio educacional durante e após o curso.O curso de Formação e Certificação Internacional Professional Coach da Academia Brasileira de Coaching é considerado o melhor custo benefício do mercado, tem os melhores instrutores do cenário nacional e ensina coaching de verdade, com metodologias e técnicas reais e aplicáveis no desenvolvimento de pessoas. “O material didático é disponibilizado no site da academia, exclusivamente para que os alunos possam usar durante o treinamento. O foco é na realidade prática e não apenas na teoria. Desta forma proporcionamos um curso completo e dinâmico”, enfatiza.A carga horária é de 146 horas, distribuídas em dois módulos de quatro dias cada. O treinamento pode se realizado por profissionais de qualquer área que desejem mudar de ramo ou incrementar a sua carreira. “Ao final do treinamento, os alunos estarão preparados para usar o conhecimento do coaching. Os participantes irão se tornar um coach de vida e também de negócios. O aprendizado pode ser aplicado na área pessoal, nos negócios, na carreira, nos relacionamentos e na qualidade de vida”, finaliza.

Serviço: Curso de Formação e Certificação Internacional Professional Coach no Rio de Janeiro (RJ)
Datas: 28, 29, 30 de junho e 01 de julho (1ª fase) e 02, 03, 04 e 05 de agosto (2ª fase) de 2012

Quer saber mais? Acesse o site da Academia Brasileira de Coaching (http://www.abracoaching.com.br) e encontre mais informações sobre o coaching, como contratar um coach ou como se tornar um professional coach, além de assistir vídeos e ler artigos e dicas sobre gestão de carreira e coaching.

Academia Brasileira de Coaching
Bruno Juliani - Presidente|Master Coach
(21)3619-8897