Países podem exigir passaporte, autorização de entrada e até o pagamento de taxas como o seguro saúde.

Com o aumento de renda e as inovações no mercado viajar ficou muito mais fácil, seja dentro do país ou para o exterior. As viagens internacionais foram beneficiadas com a valorização – ou desvalorização – das moedas, com os pacotes de viagem, as ofertas coletivas e outros efeitos da globalização. “O número de turistas que escolhe outros países para conhecer aumenta a cada ano e as opções oferecidas também”, destaca Aldo Siviero, diretor do portal iTrip.

Seja para trabalhar, estudar ou simplesmente passear em países estrangeiros são necessários alguns documentos específicos. É necessário verificar a legislação do local de destino e saber quais são os documentos exigidos. “O passaporte é o primeiro documento necessário. Ele deve ser obtido na Polícia Federal e se o turista já tiver é fundamental verificar a validade, pois alguns países não aceitam passaportes com menos de seis meses de validade, por exemplo”, explica.


Quem for viajar para a Argentina, Paraguai ou Uruguai não é necessário passaporte, apenas a carteira de identidade. Alguns outros países da América do Sul também não exigem o documento. “Se a entrada do estrangeiro só for permitida com a apresentação do passaporte é preciso se programar, pois o documento só é obtido após a solicitação, pagamento de taxa e agendamento de atendimento em alguma unidade da Polícia Federal”, esclarece.


A carteira de identidade deve ser original, legível e a foto estar bem nítida, pois a imigração não aceita outros documentos como carteira de trabalho ou de motorista. Alguns países exigem autorização de entrada, o chamado visto. “Neste caso o viajante deve informar o objetivo da viagem, se é a passeio, negócios ou para estudar. De acordo com a finalidade é emitido o visto para que o estrangeiro possa viajar sem ser barrado”, aponta Siviero, vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV-RJ).
Quando a viagem é turística alguns destinos não exigem a apresentação do visto de entrada, mas limitam o tempo de permanência dos turistas. “As nações europeias geralmente permitem a permanência do estrangeiro por até 90 dias sem visto. Outros países podem limitar a permanência em 30, 60 ou até 180 dias. Há ainda algumas taxas que podem ser cobradas, como o seguro saúde – exigência de alguns países europeus. Por isso é importante conhecer bem o país de destino e suas leis”, acrescenta.Conheça o portal iTrip acessando o site: http://www.itrip.com.br

 
 
Fazer uma viagem ao exterior está na lista de desejos a serem realizados de muita gente. Entre os destinos que mais chamam atenção dos brasileiros está a Europa, os países asiáticos, os Estados Unidos, Canadá e alguns vizinhos, como Chile e Argentina. Para aproveitar ao máximo a oportunidade de conhecer outros povos e culturas os turistas podem fazer um circuito pela região escolhida, visitando várias cidades ou países.Os circuitos são ideais para quem gosta de organização, horários e rotas pré-determinadas e quer visitar os principais pontos turísticos do local. Os turistas que optam pelo circuito normalmente são acompanhados por guias turísticos experientes, que conhecem as peculiaridades da região. “Em um circuito é possível ir a mais lugares em uma viagem. Por isso é uma boa opção para os marinheiros de primeira viagem”, observa Aldo Siviero, diretor do portal iTrip.Para aumentar a comodidade é possível montar grupos e elaborar um circuito próprio, o qual irá satisfazer a demanda da caravana. Neste caso a vantagem é que o grupo define os locais e pode adaptar o roteiro, contando inclusive com sugestões de quem entende do assunto. “O turista tem todo o apoio dos profissionais da agência de viagem, o que garante que o passeio será proveitoso”, destaca Siviero, vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV-RJ).

O turista pode fechar um circuito pela América Latina, por exemplo, e conhecer Santiago do Chile, Mendoza e Buenos Aires ou Bogotá, Cartagena e San Andres. Nos circuitos europeus Paris, Calais, Dover e Londres formam um roteiro inesquecível e outra opção é conhecer de Lisboa a Madri, passando por Paris, Zurique, Veneza, Munique, Verona e outras regiões. Quem quiser ir para os Estados Unidos pode incluir no trajeto uma parada em Orlando para aproveitar os parques temáticos da Disney.

Viajar em forma de circuito é vantajoso, pois o turista conhece um pouco de cada lugar e em outra viagem pode voltar para o que mais gostou e conhecer tudo com mais tranquilidade. “Para não pesar no bolso as empresas oferecem pacotes de viagem que podem ser pagos de forma parcelada. No caso dos circuitos fica difícil conseguir descontos em ofertas coletivas”, recomenda.
Conheça o portal iTrip acessando o site: http://www.itrip.com.br


Na próxima sexta-feira, dia 01 de julho, acontecerá mais um encontro do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ), no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, a partir das 14 horas. O tema do GAPZ deste mês é “Relações entre zumbido, intolerância a sons e perda auditiva” e será ministrado pela fonoaudióloga Izabella Macedo. “Estimativas indicam que cerca de 90% dos pacientes com perda auditiva possuem o sintoma zumbido”, aponta à especialista, mestre em Distúrbios da Comunicação.

Rita de Cássia C. Guimarães, otorrinolaringologista, otoneurologista e coordenadora do GAPZ, observa que o zumbido não causa perda auditiva. “Porém quem sofre com problemas auditivos tem mais chances de ter zumbido. Sem a presença dos sons para estimular as vias auditivas, o cérebro passa a prestar mais atenção nos sons internos, como é o caso do zumbido, barulho percebido na cabeça ou nas orelhas sem a presença de qualquer fonte sonora externa”, explica.

Outra queixa muito comum de quem possui perda auditiva e zumbido é a hipersensibilidade aos sons, classificada em três tipos - a hiperacusia, a misofonia e a fonofobia. “De 25 a 40% dos pacientes relatam que tem hipersensibilidade auditiva. Algumas pessoas são tão sensíveis que até mesmo os sons do dia-a-dia, em níveis considerados normais, causam muito desconforto, a ponto de ser intolerável. Para identificar qual é o tipo de hipersensibilidade do paciente é preciso realizar alguns exames e então o paciente é encaminhado para o tratamento mais adequado”, destaca Rita.
Macedo esclarece que a hiperacusia é a tolerância reduzida aos sons e que se manifesta mesmo quando a intensidade do barulho é moderada. O paciente tem audição normal, mas sua sensação é de que os sons estão mais altos. Já a misofonia é a resposta emocional ou condicionada da aversão a determinados sons. “Na misofonia o paciente ouve um som que causa desconforto e o sistema nervoso e límbico reagem de maneira desproporcional, sem haver alterações anormais do sistema auditivo. E a fonofobia é o medo da exposição sonora”, observa. 

O zumbido é um sintoma de que algo não vai bem no organismo. Mais de 200 fatores podem desencadear o problema, que afeta mais de 28 milhões de brasileiros. “Os pacientes relatam que o som do zumbido é semelhante ao barulho de uma abelha, do tocar de um sino, cliques, pulsações, grilo e até o som da eletricidade. O tipo do som varia de indivíduo para indivíduo, mas o problema é o mesmo. O tratamento deve ser interdisciplinar, ou seja, envolve a atuação de diferentes profissionais, como psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, otorrinos e ortodontistas”, ressalta o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, que também faz parte do grupo.

GAPZ
O Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ) tem a missão de informar e atualizar as pessoas sobre o que é, as causas, consequências e tratamentos para o zumbido, visando melhorar a qualidade vida e dar esperança a quem sofre com o problema.

As palestras contam com especialistas de diversas áreas como médicos otorrinos, odontologistas, fonoaudiólogos, psicólogos e fisioterapeutas, que dão orientações e esclarecem as dúvidas dos presentes.

Os encontros do GAPZ acontecem todas as primeiras sextas-feiras do mês, no 5º andar do anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, a partir das 14 horas. O evento é aberto para qualquer pessoa, a entrada é gratuita e quem quiser colaborar pode fazer a doação de um produto de higiene pessoal. Mais informações sobre o próximo encontro podem ser obtidas através do fone             (41) 3225-1665       .

Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido

Próximo encontro: 01 de julho de 2011

Tema: Relações entre zumbido, intolerância a sons e perda auditiva

Palestrante: Izabella Macedo, fonoaudióloga

Horário: a partir das 14h

Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná

Agendamento de presença e mais informações:             (41) 3225-1665     

Dormir bem é sinônimo de boa saúde e qualidade de vida. A quantidade – e principalmente a qualidade – de sono afetam diretamente o organismo. Cada um possui necessidades específicas, mas todo mundo tem que dormir o suficiente para que o corpo descanse e funcione adequadamente. “Existem vários distúrbios que atingem as pessoas na hora de dormir. Os estudos médicos elencam pelo menos 70 diferentes problemas relacionados ao sono”, afirma Juarez Köhler, ortodontista e ortopedista facial da Köhler Ortofacial.

As consequências para quem tem dificuldades para dormir são danosas, especialmente para os que não conseguem atingir o sono reparador, considerado fundamental para o organismo. “Problemas cardiovasculares são apenas alguns dos perigos que a deficiência no sono pode causar. A apnéia do sono, caracterizada pela interrupção temporária da respiração durante o sono, aumenta as chances de arritmia cardíaca, por exemplo. Devido à obstrução das vias respiratórias, a respiração fica mais intensa e a frequência das batidas do coração é alterada”, explica.

Com a arritmia a oxigenação no sangue é menor, intensificando os esforços cardiovasculares e a ativação do sistema simpático, responsável pelo controle involuntário das funções dos órgãos internos. “Com essa ativação o coração fica ainda mais acelerado, potencializando a iminência das doenças cardiovasculares. A apnéia do sono também aumenta a pressão sanguínea, já que o relaxamento da faringe dificulta a entra do ar e é necessário fazer um esforço maior para que a respiração não cesse”, esclarece.

O especialista em ortodontia e ortopedia facial Gerson Köhler, integrante da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial, enfatiza que em longo prazo os efeitos podem reduzir o tempo de vida do indivíduo, além de implicar em condições de saúde insatisfatórias. “Respirar pela boca faz com que a língua se posicione para trás, e quando o ar entra a região vibra, resultando no ronco. Por este motivo o ronco sinaliza que o sono não está saudável e que é necessário buscar auxílio especializado”, aconselha.

A respiração bucal é um hábito nocivo, que tem início ainda na infância. Normalmente a criança deixa de respirar pelo nariz por causa da hipertrofia da adenóide e das amígdalas, obstruindo os canais pelos quais o ar passa. “Mesmo com a operação da adenóide e das amígdalas, a criança continua respirando inadequadamente e o hábito a acompanha na adolescência e também na idade adulta. A respiração pelo nariz é fundamental, já que as narinas filtram e aquecem o ar para que ele chegue nos pulmões na temperatura ideal”, acrescenta.

Gerson observa que os distúrbios do sono têm tratamento e cura, sendo que – independente da idade – é possível resolve-los. São várias as formas de tratamento, que passam pela denominada Medicina do Sono e também pela Odontologia do Sono. “Os pacientes realizam exames, seguem orientações e podem inclusive usar aparelhos intra-bucais, que aumentam o espaço da orofaringe e favorecem a respiração adequada, sem a obstrução das vias respiratórias”, aponta.

Para quem deseja saber mais sobre os distúrbios do sono, suas consequências e as técnicas mais utilizadas, os dois especialistas recomendam a leitura do livro ‘Viver sem roncos – Como evitar os distúrbios respiratórios do sono e as doenças que eles provocam’, elaborado pelos médicos Lucas Lemes e Holmes Antonio, especialistas no assunto. “É uma publicação esclarecedora, que pode ajudar a todos que padecem com os distúrbios do sono”, finaliza Juarez.


Data é bom motivo para descansar, conhecer novas cidades e fazer roteiros turísticos diferentes
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Mais um feriadão está se aproximando e para aproveitar cada segundo do merecido descanso o melhor é se programar e escolher com antecedência o destino, a hospedagem e os meios de transporte. “Os feriados são períodos muito bons para o setor turístico, mesmo nas regiões distantes do litoral, já que muita gente aproveita para visitar parentes ou conhecer outras cidades”, afirma Aldo Siviero, diretor do portal iTrip.

O movimento nos aeroportos, rodoviárias e também na estrada aumenta e muito nas datas comemorativas, o que pode acabar gerando muito transtorno na viagem. “É preciso um pouco de paciência e planejamento é fundamental. Para não correr o risco de ficar sem local para se hospedar ou sem passagem o melhor é adquirir pacotes de viagem, nos quais é possível contratar todos os serviços previamente”, aconselha.

Siviero, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV-RJ), declara que para se divertir no feriado da independência há muitas opções. “Tem destino para todos os gostos. Quem quer fugir do frio pode ir para o nordeste, que é quente em qualquer época do ano. Para ficar mais próximo da natureza o Pantanal é a melhor opção. Mesmo sendo poucos dias é possível aproveitar muito bem a viagem”, destaca.

Para economizar nas viagens realizadas em feriados não há muito o que fazer – o ideal é comprar o pacote de viagem bem antes da data para conseguir algum desconto. “Algumas ofertas coletivas não oferecem opções para os feriados. Nestes casos os cupons são válidos somente para dias normais, pois as empresas participantes das ofertas aguardam muito movimento nesta época. Mesmo assim vale a pena ficar de olho nas regras para encontrar opções que aceitem a reserva para este tipo de data”, observa.

Conheça o portal iTrip acessando o site: http://www.itrip.com.br

Relação entre problemas ortodônticos, ortopédicos faciais e craniomandibulares com o zumbido foram esclarecidos no encontro de setembro do GAPZ.

O especialista Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial, foi o palestrante do encontro do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ), que aconteceu hoje (02), no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. O tema da palestra foi “A atuação da Ortodontia, da Ortopedia Facial e Ortopedia Craniomandibular em pacientes com zumbido”. Segundo Köhler, a musculatura facial é muito poderosa e atua sobre os dentes, os ossos que os sustentam e as articulações temporomandibulares.

Para se ter ideia do poder dos músculos presentes na face, o especialista apontou que o ato de engolir a saliva gera 50 quilogramas/força e a mastigação possui de 100 a 150. “O bruxismo, nome técnico dado ao apertamento dos dentes causado pelo excesso de força desnecessária da musculatura facial, pode atingir até 500 quilogramas/força, um potencial extremamente destrutivo para as estruturas do sistema craniofacial. A intensidade da contratura muscular dita o grau e a intensidade do bruxismo”, explica.

Ao causar os apertamentos, os músculos comprimem uma área vascularizada e com nervos que fica localizada na região posterior do disco articular (o 'menisco' das ATMs), que, anatomicamente, é vizinha das estruturas do ouvido . “Quando acontece a compressão os sinais enviados ao cérebro são decodificados como zumbido, sensação sonora interna que pode ser percebida na cabeça ou nos ouvidos, de acordo com a definição da otorrinolaringologista Tanit Sanchez, fundadora do GAPZ”, esclarece o especialista.

E é neste contexto que a Ortodontia, a Ortopedia Facial e a Ortopedia Craniomandibular se tornam importantes para quem sofre com o zumbido. Antes de determinar a causa exata, o paciente deve se consultar com um otorrinolaringologista para então ser encaminhado para outras especialidades. “Para identificar se o zumbido está relacionado às estruturas faciais o paciente será orientado - numa atitude diagnóstica - a realizar diversas manobras que exercitam a neuromusculatura do segmento de cabeça-e-pescoço, entre elas, o o ato de 'apertar os dentes' (na verdade eles são apertados, enquanto reféns da musculatura mastigatória) e outras que 'mexem' com a musculatura de face, cabeça e pescoço”, aponta.

São aproximadamente nove movimentos, que devem ser feitos por apenas cinco segundos – tempo suficiente para que o paciente possa notar se a movimentação causou alguma influência no zumbido durante a sua realização, seja na intensidade - o ruído sofre modulações ficando mais baixo ou alto - ou na qualidade, o tipo de barulho é alterado. “Outros movimentos também podem ser incluídos no diagnóstico, que deve ser feito por um ortodontista ou ortopedista facial que atue - em contexto médico interdisciplinar - com envolvimentos com o zumbido”, destaca.

Grupo ameniza sofrimento dos portadores de zumbido

O aposentado Alceu Mendes dos Santos, 67, esteve presente pela primeira vez no GAPZ hoje e veio em busca de ajuda. Santos sofre com zumbido há cinco anos e relaciona o problema aos mais de 30 anos dedicados ao trabalho em uma madeireira. “A gente se comunicava por sinais porque não dava para escutar nada, só o barulho da serra. Agora estou com zumbido, estou procurando tratamento e os médicos me indicaram o GAPZ para conhecer mais sobre o problema. O barulho me incomoda mais de noite, quando eu vou deitar, parece um passarinho que canta muito forte”, conta.

Assim como Santos, muitos outros portadores de zumbido chegam ao GAPZ desanimados, quase sem esperanças, mas ao conhecer sobre o problema e entenderem o zumbido, passam a perceber o ruído de outra maneira. “Quando a pessoa sabe mais sobre o zumbido o sintoma é amenizado, pois a pessoa fica tranquila em relação ao problema, sabe que ele tem tratamento. O desconhecimento e os mitos desesperam os pacientes e é para isso que o GAPZ existe, para transmitir informações corretas e esclarecer dúvidas”, acrescenta o professor Köhler.

Os encontros do GAPZ acontecem todas as primeiras sextas-feiras do mês, no 5º andar do anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, a partir das 14 horas. O evento é aberto para qualquer pessoa, a entrada é gratuita e quem quiser colaborar pode fazer a doação de um produto de higiene pessoal que será encaminhada a uma entidade que cuida de pessoas da terceira idade. O próximo evento será no dia 07 de outubro e a palestra será com a otorrinolaringologista e otoneurologista Rita de Cássia Cassou Guimarães, coordenadora do GAPZ Curitiba, com o tema “Noções sobre os vários tipos de tratamento do zumbido”.

Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo encontro: 07 de outubro de 2011
Tema: Noções sobre os vários tipos de tratamento do zumbido
Palestrante: Rita de Cássia Cassou Guimarães, otorrinolaringologista, otoneurologista e coordenadora do GAPZ Curitiba
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
Agendamento de presença e mais informações: (41) 3225-1665
Entrada livre

Desenvolvimento profissional deve considerar pontos fortes e limitações e empresas devem investir nos profissionais.

Ser contratado por uma empresa não é fácil – são vários testes, entrevistas, dinâmicas de grupo, perguntas que não acabam mais. Quando o profissional é finalmente escolhido vem mais um desafio: o período de adaptação. “Com o passar do tempo o funcionário se acostuma com a rotina da empresa e o clima organizacional e consegue exercer a sua função normalmente. Depois de estar entrosado é hora de mostrar as suas habilidades”, destaca Sidney Alves, gestor de carreira da empresa de recursos humanos RH Capital.

O especialista explica que utilizar suas competências para resolver conflitos, trabalhar em equipe e trazer bons resultados é fundamental, mas outro ponto importante é atender as expectativas da empresa. “Na cabeça de qualquer profissional a principal dúvida é em relação ao que a organização espera do seu desempenho e de sua atuação. Essa resposta é difícil de ser obtida e não depende apenas dos funcionários. A companhia tem que estar ao lado de cada pessoa e ajudá-la a responder da maneira desejada, caso contrário sua performance pode ser abaixo do seu potencial”, observa.

Para isso as organizações devem identificar os talentos e investir no seu desenvolvimento e perfeiçoamento. Não basta saber quais são os pontos fortes e fracos do profissional, é preciso trabalhar cada qualidade para que seja aproveitada ao máximo e cada ‘defeito’ para que ele seja transformado em algo positivo. “As limitações devem receber atenção especial e serem trabalhadas constantemente para que não prejudiquem o desempenho do colaborador, mas não devem ser o principal ponto. Ninguém é perfeito, mas é possível potencializar o que há de bom e minimizar os pontos ruins”, enfatiza.

Alves evidencia que para o desenvolvimento profissional é necessário trabalhar todas as faces do indivíduo, dando ênfase às competências e habilidades que fizeram o colaborador se destacar. Para que o desenvolvimento seja efetivo é essencial que o funcionário seja responsável pelo seu próprio crescimento, contando sempre com o apoio da empresa. “Focar no auto-desenvolvimento é muito mais vantajoso para o profissional do que ficar preso ao planejamento de carreira, já que este leva em
consideração um crescimento ritmado, com limites intrínsecos a própria organização”, considera.

Uma forma interessante de estimular os colaboradores a superar desafios e descobrir novos potenciais é o job rotation, que consiste em variar as funções atribuídas aos profissionais, alternando as ações de rotina da empresa. “O funcionário passa a conhecer mais profundamente o funcionamento da organização, enriquece seu conhecimento com as experiências adquiridas e contribuem para a superação de limites. Isto é uma forma de desenvolvimento integrada, que possibilita melhores resultados no trabalho individual, em equipe e para a companhia como um todo”, acrescenta.

Serviço: RH Capital
Site:
http://www.rhcapital.com.br
Email: sidney@rhcapital.com.br
Fone: 41 3022-2454 e 3023-7919.
Endereço: rua Monsenhor Celso, 211 6 andar sala 601 centro.

Bruxismo, apertamentos e outras questões odontológicas causam zumbido e alteram a percepção do problema.

Hoje sexta-feira (02) os pacientes do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ) terão mais um encontro para discutir questões relacionadas ao zumbido e compartilhar experiências. O GAPZ de setembro, que acontece sempre na primeira sexta-feira do mês no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, a partir das 14 horas, terá como tema “A atuação do ortodontista nos pacientes com zumbido”. O especialista Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial que faz parte dos profissionais que atuam no grupo, será o palestrante do evento.

O zumbido é um sintoma – apesar de ser confundido com doença – que atinge 17% da população brasileira. Ele pode ser causado por vários fatores, associados ou não, e o diagnóstico das doenças sinalizadas pelo zumbido deve ser minucioso. “Como o zumbido pode estar ligado a doenças de diferentes sistemas do organismo é fundamental que o paciente seja acompanhado de perto por especialistas de diversas áreas, como a otorrinolaringologia, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia e ortodontia”, exemplifica Köhler.

Apertamentos, bruxismo, excesso de força na musculatura facial, maneira incorreta de fechar a boca e outras questões odontológicas podem influenciar o zumbido. A interferência pode alterar a intensidade do ruído, ser um fator que causa o problema ou piorar o quadro que ja estava instalado anteriormente. “Os exames devem ser detalhados e envolvem até mesmo uma análise da região craniofacial para determinar as verdadeiras causas. Os portadores devem ter paciência e serem persistentes, pois o diagnóstico e o tratamento podem ser demorados”, observa. 

Dos portadores aproximadamente 15% percebem o zumbido e sentem um incômodo, enquanto 5% têm limitações que prejudicam a qualidade de vida, o sono, a vida social e profissional do indivíduo. “Mais de 200 fatores podem causar zumbido. O tratamento é fundamental para amenizar e controlar o sintoma, mas nem em todos os casos é possível obter a cura completa. O importante é que todos os pacientes podem conviver melhor com o zumbido, deixando até de percebê-lo”, explica Rita de Cássia Cassou Guimarães, otorrinolaringologista, otoneurologista e coordenadora GAPZ.

GAPZ

O Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de Curitiba (GAPZ) tem a missão de informar e atualizar as pessoas sobre o que é, as causas, consequências e tratamentos para o zumbido, visando melhorar a qualidade vida e dar esperança a quem sofre com o problema.

As palestras contam com especialistas de diversas áreas como médicos otorrinos, odontologistas, fonoaudiólogos, psicólogos e fisioterapeutas, que dão orientações e esclarecem as dúvidas dos presentes. 

Os encontros do GAPZ acontecem todas as primeiras sextas-feiras do mês, no 5º andar do anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, a partir das 14 horas. O evento é aberto para qualquer pessoa, a entrada é gratuita e quem quiser colaborar pode fazer a doação de um produto de higiene pessoal. Mais informações sobre o próximo encontro podem ser obtidas através do fone (41) 3225-1665

Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo encontro: 02 de setembro de 2011
Tema: A atuação do ortodontista nos pacientes com zumbido
Palestrante: Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
Agendamento de presença e mais informações: (41) 3225-1665
Entrada livre

Ficar com o corpo em forma é uma tarefa árdua, que exige controle na alimentação e muito esforço físico e mental para aguentar ritmo na academia. Tem gente que nem suporta a ideia de passar algumas horas malhando e fazendo exercícios nos aparelhos. Para quem não quer saber de academia, a massagem modeladora é uma boa solução. “É uma massagem específica que tem como objetivo reduzir medidas e esculpir o corpo”, ressalta Tereza Revoredo, esteticista, massoterapeuta e a aromaterapeuta da T&T Clínica Estética.
A gordura localizada, a celulite e a flacidez são causadas por diversos fatores como estresse, oscilações hormonais, sedentarismo, questões hereditárias, uso frequente de roupas justas e excesso de gordura na alimentação. “Mesmo com as atividades físicas e as mudanças na dieta os resultados podem demorar a aparecer. Por isso os tratamentos estéticos agem como aliados da boa forma e da qualidade de vida”, considera. 
Além da redução da gordura localizada – o que se reflete em centímetros a menos nas medidas – a massagem propicia diversos benefícios, como melhora da oxigenação dos tecidos, redução da celulite e da flacidez e hidratação da pele. “A técnica também estimula a circulação sanguínea e relaxa a musculatura, propiciando uma sensação de bem-estar e tranquilidade. Os toques manuais ainda remodelam os contornos corporais”, afirma a profissional.
A técnica utiliza apenas as mãos do profissional e não requer o uso de aparelhos ou outras ferramentas para sua execução. As pressões são feitas em diferentes locais do corpo, como a barriga, coxas e quadris. “Com os movimentos rápidos e intensos de deslizamento e amassamento a massagem ajuda a eliminar as gorduras localizadas, acumuladas dentro das células”, esclarece a esteticista Tereza Freire, que também é massoterapeuta e enfermeira da T&T Clínica Estética.
Com as pressões as toxinas são enviadas pela corrente sanguínea, que por sua vez envia as substâncias para que sejam eliminadas pela urina e pelo suor. “São utilizados cremes hidratantes e óleos com propriedades ativas que auxiliam a massagem e evitam o atrito das mãos na pele. O corpo da paciente pode ficar dolorido nas primeiras sessões, mas com o passar do tempo o organismo se acostuma e o desconforto passa”, destaca Freire. 
É como amassar pão. A paciente é bem ‘amassada’ para obter resultados satisfatórios. Mas não basta massagear, tem que controlar a alimentação e fazer alguma atividade física, como caminhada. “Para reduzir a celulite, por exemplo, é preciso evitar o consumo de refrigerantes, excesso de açúcar e comidas gordurosas. Caso contrário a massagem não será tão eficiente”, observa Freire.
Para quem perdeu muito peso ou ficou grávida e a pele está flácida, a massagem também proporciona excelentes resultados. Não existem restrições quanto a idade ou peso e antes de dar início ao tratamento é feita uma pré-avaliação para diagnosticar se há alguma contra-indicação. “Cada sessão tem a duração de no mínimo 50 minutos e o tratamento inicial é composto por 10 sessões”, finaliza a enfermeira.

Técnicas têm como base a massagem manual, mas possuem objetivos e formas de execução diferentes.

A área estética tem evoluído muito nos últimos tempos, sempre com base nos conhecimentos já adquiridos com o passar do tempo e com as experiências do dia-a-dia profissional. “Existem várias técnicas, que até podem ser semelhantes na execução, mas alguns detalhes alteram os resultados e por isso a escolha deve ser feita de acordo com os objetivos do paciente”, explica a esteticista Tereza Freire, que também é massoterapeuta e enfermeira.

Por serem semelhantes, muitas pessoas confundem a massagem modeladora com a drenagem linfática. As duas técnicas são feitas com base na massagem corporal, mas há diferenças. “Os produtos utilizados em ambos os procedimentos são diferentes e a pressão dos movimentos também. Na massagem modeladora o terapeuta utiliza movimentos mais rápidos, repetitivos e firmes, enquanto na drenagem as pressões são mais suaves”, observa.

Outra diferença é em relação aos resultados que cada uma proporciona ao organismo. A massagem modeladora tem como objetivo principal a quebra das células de gordura localizada que são eliminadas pela corrente sanguínea, reduzindo as medidas das áreas trabalhadas. “Já a drenagem visa estimular a circulação da linfa, substância presente nos vasos linfáticos, rica em glóbulos brancos que são fundamentais para o sistema imunológico”, afirma.

No início a drenagem linfática era considerada um método para tratamento de edemas e depois passou a ser utilizada como um tratamento estético. Essa técnica de massagem manual tem efeitos baseados nos mecanismos fisiológicos de pressões existentes entre os vasos sanguíneos e linfáticos e os tecidos. “A massagem modeladora tem como principal objetivo atuar sobre a gordura localizada, melhorar a circulação sanguínea, atenuar a celulite e melhorar a elasticidade da pele”, esclarece.

A técnica modeladora é indicada principalmente como coadjuvante no tratamento da celulite, pois dissolve nódulos de gordura e previne a retenção hídrica, e para a redução de zonas de gordura localizada. “Ela é considerada extremamente eficaz em paciente que estão em processo de emagrecimento ou que desejam definir melhor seus contornos corporais”, ressalta Tereza Revoredo, esteticista, massoterapeuta e a aromaterapeuta.

A esteticista acrescenta que os resultados da massagem estética se tornam visíveis e duradouros quando as sessões são realizadas de duas a três vezes por semana e há cuidados com a alimentação. “Ao fazer a avaliação com a massoterapeuta o cliente recebe todas as informações necessárias, inclusive sobre os possíveis resultados e os novos hábitos alimentares que devem ser incorporados no dia a dia”, destaca.

Revoredo enfatiza que a drenagem linfática é recomendada em pacientes com linfedema, dores musculares, sensação de cansaço nas pernas e para relaxamento corporal, pós-mesoterapia e antes e depois de cirurgias plásticas. “Também é indicada após a gestação e quando há hematomas e equimoses. A técnica não é recomendada em casos de câncer, tumores malignos, situações inflamatórias, ferimentos e em pessoas muito idosas”, alerta.

Independente do tratamento utilizado não há dúvidas de que é imprescindível a associação de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada. “Normalmente este tipo de tratamento corporal isso é fundamental para que os resultados sejam mais eficazes. Quanto maior forem os esforços para que o corpo fique bonito, maior será a satisfação no final”, finaliza.